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domingo, 16 de agosto de 2009

[RESENHA] FRINGE

O maior desafio para aquele que escreve uma resenha é deixar o leitor instigado para saber mais sobre o que o autor escreve (neste caso, uma série), e ainda tomar cuidado para não revelar nada crucial, que faça o leitor perder seu interesse por já saber o que vai ocorrer. Bom, devo concordar com o Queza, não sou bom nisso, mas espero alcançar algo razoável. Vamos lá então:

Para todos aqueles que estavam se sentindo órfãos desde o fim de Arquivo X, ou para os que curtem uma boa série de ficção e que perderam a vontade de assistir Smallville ou Heroes e tantas outras séries que começam arrebentando mas perdem a mão, Fringe é a solução.

Fringe

onde já vi uma escotilha antes?


Saída da cabeça de J.J. Abrams, que já nos presenteou com Alias e Lost, Fringe começou sua primeira temporada um pouco morna. Parecia somente mais uma série como tantas outras, mas aos poucos foi me prendendo, ao ponto de não conseguir parar de assistir até saber o desfecho. Aliás, como toda série de sucesso (e exigência do capitalismo selvagem) deixa um bom gancho para a próxima temporada (que, pra minha sorte, não demora a sair).

Mas afinal, do que essa série trata? É cópia do aclamado Arquivo X? É original? Bom, não é exatamente original, visto que cai na mesma formula que trouxe sucesso ao “antecessor”: agentes do FBI investigando casos estranhos. Mas, numa época em que praticamente tudo é chupado de outra coisa de sucesso (má má oiii Lombardi...) a genialidade está em pegar velhas fórmulas e tratá-las sob um nova roupagem ou ponto de vista. E nosso caro J.J. consegue fazer isso com maestria.

De começo, somos apresentados à agente Olivia Dunham, que, ao investigar o que parece ser simplesmente um caso de bioterrorismo, acaba sendo envolvida por algo bem maior: o Padrão. WTF??? Segundo explicado na própria série, o Padrão seria constituído por uma série de experiências onde o mundo é o laboratório. Olivia passa então a trabalhar para a divisão fringe, que se dedica a investigar esses casos.

Logo para resolver o primeiro caso, Olivia precisa recorrer à ajuda do cientista louco (eita) Walter Bishop. Conseguir essa ajuda não é fácil no entanto. Ela precisa que o filho de Walter, Capitão Duck, digo, Peter, assuma a custódia do pai para que ele seja liberado da instituição mental em que está confinado. Assim, é formado o grupo de investigação.

Não posso deixar de destacar aqui esses personagens. Walter Bishop é, sem dúvida nenhuma o maior fucking genial cientista da face da Terra. Sim, esqueça Einstein, Stephen Hawking. Se o caso é esquisito e envolve ciência de ponta, pode ter certeza q ele já trabalhou. O que aliás, em minha opinião, fica um pouco forçado. Todo caso apresentado nesta primeira temporada, ou Walter trabalhou com ele no passado, ou tem alguma ligação. O que nos leva a crer que ele fez experimentos por uns 100 anos, pois é impossível alguém se dividir entre tantos projetos e obter resultados rápidos em todos eles. Mas tudo isso é um pequeno detalhe, facilmente ignorado, quando se soma a brilhante interpretação de John Noble (diga-se de passagem, a única digna de nota dentro da série), que sabe dar vida ao personagem de uma forma maravilhosa, intercalando momentos de genialidade com pura abstração e a divertida loucura de Walter Bishop.

Completando o quadro acima, temos Peter Bishop, gênio e trambiqueiro, cínico e cético. Fazendo dupla com seu pai, traduzindo e explicando para os leigos as teorias e divagações do pai. Ainda assim uma criança que cresceu tendo a figura de um pai ausente e desorientado, e que agora tem de aprender a conviver com ele. E, apesar de já passar dos trintas, não posso deixar de notar que o ator Joshua Jackson ainda tem a mesma cara de quando gravou “Nós somos os campeões”. Melhor são as caras que ele faz, quando Walter aparece com suas teorias “absurdas”, mas que no final sempre estão corretas.

Peter e Walter

Vá meu filho, ganhe esta pelos Ducks!!!


Olivia Dunham, a mais apagada de todas as personagens, interessante que ainda sim consegue ser a principal. Uma agente que se pode considerar fora do comum. Ela não perde um único caso em toda a série. Taxa de aproveitamento de impressionantes 100%. Interessante ainda não ter sido promovida pra chefe do FBI. Críticas à parte, ela faz a ligação do cotidiano com o misterioso. Parece estar predestinada à algo importante, mas iremos conferir isto nas próximas temporadas. Interessante que ela possui a postura “I want to believe”, contrapondo-se ao cetecismo de Peter, criando uma relação Mulder-Scully às avessas.

Peter e Olivia

Você viu um careca onipresente passar por aqui?


Agora, o maior paradoxo da série talvez seja Astrid Fansworth, a agente assistente de Olivia. Fera em computação, em lingüística, encriptação... e fica ali, não fazendo nada, somente servindo de mera assistente para as (duvidosas) experiências de Walter. Penso: que agente formado e aspirando uma grande carreira se sujeitaria a isto? Pelo fato de não fazer nada relevante, ainda assim aparecer em TODOS os episódios da série, ela com certeza merece do troféu do Compadre Washingtonismo (Q?).

Astrid Tcham

tchaaam!!!

Outro fator interessante na série (e que não poderia faltar) é a empresa Massive Dynamic. Fazendo o papel de mega corporação evil, realiza um papel dúbio na primeira temporada. Não sabemos se ela é realmente tão má assim, ou se, no fundo, tem boas intenções. Seu fundador, Willian Bell, era companheiro de pesquisas de Walter, e envolvido nas mesmas experiências. Interessante notar que quase todo caso relacionado ao padrão, tem a participação de empresa, de forma direta ou indereta.

Uma série que realmente promete. Somente nesta primeira temporada tivemos (olha o spoiler...), lobisomens, quimeras, viagem no tempo, teletransporte e outras tantas que fazem a alegria de um nerd. Um prato cheio para quem curte boa ficção, embasada na velha e famosa pseudo ciência. Muitos casos bizarros, agentes do FBI investigando... peraí, onde já vi isso? Bom, dessa vez a verdade não está lá fora, mas bem aqui, pertinho, à um deja vu de distância. Como assim? Oras, isso só é respondido no final da temporada, então, confira!

sexta-feira, 24 de julho de 2009

[CONTO] UM DISTINTO SENHOR DE GUARDA-CHUVA


Uma das lembranças de minha infância que guardo com maior carinho é a daquele senhor. A época era outra. Televisão e internet não ocupavam tanto o tempo das pessoas. Principalmente em cidades do interior como era aquela, o mais comum eram pessoas sentadas pra fora de casa, apreciando o movimento ou apenas trocando meia dúzia de palavras com amigos e vizinhos.

Foi justamente numa dessas situações que eu o vi pela primeira vez. Essa lembrança ficou marcada em minha memória. Até hoje posso dar os detalhes.

Estávamos minha avó e eu, sentados no alpendre de casa. Era um dia agradável, ensolarado, mas de temperatura amena. Como estava de férias da escola, aproveitava para passar calmas e agradáveis tardes com ela. Enquanto ela olhava as rosas recém desabrochadas do jardim, eu brincava com um carrinho de plástico vermelho. Uma das rodinhas tinha soltado e eu estava tentando colocá-la no lugar. Foi entre um “vrum” e outro que o vi passar pela primeira vez. Caminhando bem lentamente pelo passeio, veio aquele homem. Não aparentava mais do que trinta e cinco anos. Usava um chapéu côco preto, combinando com um paletó também preto, riscado. Usava barba, mas impecavelmente aparada. Porém, o fato que mais me chamou a atenção, foi o guarda-chuva que carregava sob o braço. Era um guarda-chuva grande, de cabo curvado e ponta de aço.

O fato do guarda-chuva ter me chamado tanto a atenção, foi justamente o tempo que estava fazendo naquele momento. O céu se encontrava limpo, sem nuvem alguma. Qual seria a razão de ser daquele guarda-chuva? Já havia visto senhoras usarem sombrinhas para se protegerem do sol, mas aquele não era definitivamente o caso.

Passou por nós, retirou o chapéu, ofertou um “boa tarde”, voltou a colocar o chapéu e seguiu seu caminho. Imagino que minha avó também não o conhecesse, mas como mandava a educação, retribuiu o cumprimento.

Apesar da minha consternação por causa do guarda-chuva, aquela não teria passado de uma mera lembrança de infância, se não tivesse se repetido por várias vezes. Durante o período que passei na casa de minha avó, todas as tardes aquele senhor passava. Todas as vezes retirava o chapéu e nos cumprimentava. E todas as vezes carregava o mesmo guarda-chuva, estivesse fazendo o tempo que estivesse. Notadamente, naquele período tivemos apenas uns dois dias de céu nublado e um com chuva.

É curioso, mas ao refletir aqui, não me lembro dele ter passado no dia que choveu.

Foi interessante, mas aquela figura me impressionou de uma forma que não sei explicar. Talvez fosse a sua educação, a dignidade na sua figura, o mistério gerado pelo sempre presente guarda-chuva... não sei ao certo, mas o fato é que aquela figura me marcou. Marcou tanto que eu me lembro de minha mãe contar que deu trabalho para tirar um certo hábito que adquiri de querer levar um guarda-chuva pra todo lado.

Recentemente, estava eu voltando do serviço no fim do dia. Enquanto chegava no meu carro estacionado do outro lado da rua, procurava as chaves no bolso. Não pude deixar de notar que passaram por mim, dois enfermeiros, levando um senhor numa cadeira de rodas. Era um senhor bem idoso, com as rugas do tempo bem marcadas no rosto. Possuía um olhar vazio, com se pudesse olhar através de tudo e todos.

Esta seria mais uma cena corriqueira, já que sempre estaciono o carro perto daquele hospital. Mas alguma coisa, um fagulha me atiçava a mente. Aquela figura não era estranha. Dei outra olhada com calma. Era ele! Não tinha mais o chapéu côco. Não tinha mais a barba impecavelmente aparada. Mas tinha um guarda chuva. Não era o mesmo, esse que carregava agora era pequeno, daqueles que se compra em lojas de 1,99. Mas estava lá. Aquele senhor, aquela lembrança que tanto me marcara na infância, estava lá.

Não tive muito tempo pra abordá-lo. Logo foi colocado num carro pelos enfermeiros e partiu. Abordei um deles. Não resisti, tinha de saber mais sobre aquele senhor. Descobri que se chamava Pedro, e era portador de uma doença mental desde jovem. Um dos distúrbios que sofria devido à doença, era uma medo irracional de chuva, raios e trovões. Somente a presença do guarda chuva o acalmava.

Aquilo caiu como uma bomba. Um muro que desmorona. Um herói que cai. Interessante ver como a vida é. De vez em quando ela prega essas peças. E só nos resta conviver com isso. Ainda que respeitando seu estado, e sentido até compaixão pela situação, prefiro guardar a lembrança do senhor educado, da figura que inspirava dignidade e admiração. No fundo, apenas um distinto senhor de guarda-chuva.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

[???] CHEGADA

Olá, estou procurando pelo Existindo na Inexistência.

...

Ah, é aqui mesmo? Que bom! Fiquei preocupado em não achar, pois ouvi falar que tinham mudado o endereço.

...

Como? Me apresentar para os leitores? Tá bem, não sou muito bom com essas coisas mas vamos lá...

Saudações a todos os leitores do blog. Meu nome é Lucas Sampaio, e, atendendo a um convite do Wolv (ou seria convocação?), passarei a postar por aqui. Peço paciência com minha falta de experiência na coisa. Mas digo também que talvez vocês se surpreendam.

Bom, de começo, acho q é só isso.

...

Ficou curta? Não vou acrescentar mais nada não... mas logo começo a postar.

...

O que? Que peteca?

segunda-feira, 20 de julho de 2009

[NEWS] Mais 2 novos autores

Só não digo ainda que este blog já tá bombando porque continuamos carentes de leitores mais participativos (opinar, criticar, discordar, ou xingar o autor não tira pedaço de ninguém, meus caros), portanto, ainda contamos com vocês pra saber se estamos acertando ou não.

O Queza acaba de fazer sua estréia logo abaixo, e posso garantir que ainda não viram nada do que esse indivíduo é capaz (ainda guardo boas recordações de um texto de sua autoria sobre um certo vazamento no banheiro que foi uma das coisas mais hilárias que eu já li por essas bandas).

Mas, enquanto nossos leitores não se manifestam, continuaremos investindo em novidades por aqui. A boa da vez é a entrada de mais dois colaboradores, amigos meus daqui de Guaxupé, que tão breve quanto possível tomarão de assalto o Existindo na Inexistência.

Portanto, Lucas e Glauber, passo a peteca pra vocês! (sim, isto foi uma tentativa tosca de criar um link com o post do Queza aí de baixo...)

Garanto que não perdem por esperar o que ainda planejo pra isto aqui (imaginem-me aqui com um sorriso enigmático, por favor).

Então, que comece (mais) uma nova fase deste blog que tantas mutações sofreu ao longo de seus mais de 6 anos de existência!

domingo, 25 de julho de 2004

[REFLEXÕES] O MUNDO CINZA Ou: Reflexões Irrefletidas de um Reflexo Reverso (a parte interessante)

Autor: Lucas Sampaio

On the edge of civilization II

Não sei quantos de vocês que eventualmente leiam este texto já passaram por isso, mas hoje tive a necessidade de escrever o que sentia.


Já começou a um bom tempo, mas só notei a alguns dias atrás. Estava andando pela rua, indo trabalhar como sempre. Esse foi o primeiro ponto, a rotina. Um trabalho interessante a princípio, mas maçante com o tempo. Olhei para o asfalto, cinza, aquela cor que estamos acostumados a ver. Daí olhei para o céu, também estava cinza. Talvez apenas um dia nublado, sem muito sol. Só notei o problema quando comecei a reparar em outras coisas.


Primeiro foram minhas roupas. Antes, só a camisa era cinza. Agora, os sapatos, a calça... tudo cinza. Minha pele estava cinza! Alguma doença? Não creio, pois estava me sentindo bem.


Continuei caminhando. Cada vez mais as coisas iam ficando cinzas. As árvores, as calçadas, os carros, as casas. De repente, tudo já estava cinza, sem mais cores. Eu caminhava por um mundo que não parecia real.


Neste ponto, a comparação com Matrix é inevitável, pois os sonhos começam a parecer mais reais do que a realidade. Você começa a tentar fugir dessa realidade cinza, triste. Começa a buscar seus sonhos, nos quais pode ver outros mundos, coloridos, cheios de alegria e vida.


No entanto, essa fuga nunca é permanente. De uma maneira ou outra, você acaba sempre sendo jogado de volta no mundo cinza. O que acaba por fazê-lo buscar mais e mais outros mundos, onde ainda exista cor, onde você possa encontrar alegria, e, mesmo que por poucos instantes, esquecer da tristeza, da melancolia, das pressões e de tudo que o atormenta no mundo cinza.


Filmes, animes, séries, gibis, livros. Tudo isso faz parte do meu mundo colorido. Até mesmo os mangás, quase sempre preto e brancos, têm mais cor do que esse mundo cinza. Você começa a buscar tudo isso, na esperança de ter alguns momentos de paz e felicidade. Porém, é quando se sente seguro e protegido que acontecem os maiores golpes, derrubando você de volta ao mundo cinza.


Já não satisfeito em apenas acompanhar outros mundos coloridos, sua vontade o ajuda a criar seu próprio mundo, onde você possa refugiar-se. No entanto, esse abrigo deve ser usado sabiamente, pois pode levá-lo às portas da loucura, ou além.


O mundo cinza, apesar de tão cinza, oferece algumas compensações. Há uma força valorosa que nos liberta das armadilhas, dos fossos em que caímos. É a amizade. Através dela ganhamos força para continuar seguindo, tentando viver nesse mundo cinza. Nunca troque uma amizade verdadeira pelo que quer que seja. Nada, nada mesmo vale tanto quanto ela.


Esse mundo, tão cinza, pode ser muito traiçoeiro também. Te leva a confiar nas pessoas, amá-las até, somente para lhe decepcionar depois, lhe tacando em abismos profundos, sem esperanças de sair. Tudo isso te faz querer ficar na cama de manhã, o dia inteiro... Ficamos sem vontade de sair pra encarar esse mundo cinza.


Bom, mas no final das contas, o que torna este mundo tão cinza? Alguma razão deve haver. Bem, algumas coisas são óbvias: a tristeza, a decepção. Esse tipo de coisa nos derruba, como um forte golpe na cabeça. E, quando pensamos que já estamos por baixo de tudo, vem mais um golpe, de surpresa. Nossa força parece sugada. Desistimos de lutar e só queremos fugir, fugir... mas, não importa o quão longe você fuja, os problemas te perseguem, bem de perto, estando sempre juntos de você, exatamente como Son Goku na palma de Buda.


A única opção restante é lutar. Mas como fazê-lo quando todas as suas forças, suas motivações se foram, sem deixar sinal? Estou tentando descobrir a resposta. Caso alguém saiba, faça a gentileza de me informar.



Ps.: o texto acima, se é que alguém não percebeu, não é de minha autoria. Foi escrito por um grande amigo meu, o Lucas, do qual já falei a respeito várias vezes por aqui no passado.


Resolvi postá-lo por aqui tanto por um pedido dele, como, e principalmente, por refletir muito bem minha fase atual, minha forma um tanto desgostosa de enxergar o mundo, tamanha a minha insatisfação perante ele.


Confesso que, ao lê-lo, ao mesmo tempo que fiquei triste ao constatar que meu amigo de tantos anos já sentiu algo que eu sinto com tanta intensidade atualmente, também fiquei aliviado por descobrir que tive, nem que tenha sido por alguns poucos instantes, uma pessoa próxima de mim passando pelos mesmos problemas que eu.


Um pensamento extremamente egoísta da minha parte, é verdade, mas, infelizmente, preciso ser assim pra tentar me conformar, nem que seja só um pouco, com este mundo que se torna injusto graças aos "humanos" que o habitam...


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Comentários:

10 mais atualizados? õ_o noussa *vendo as datas* Anyway... Que bom que quando eu estou digitando isso vc jah tenha passado por uma fase dessas. é... ser humano ésempre egoist, wolvii, naum precisa se desculpar ~~

Lolo | 30-07-2004 21:08:55
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Wolv, fico muito, mais muito feliz, se pude contribuir um pouquinho só, para essa mudança. Vivemos num mundo, onde há de tudo, de ruim e de bom, mas pq a tendência de só enxergar o lado ruim? Se estou feliz, levo muita gente comigo, mas se estou triste e infeliz também. Feliz tudo! Enxergue por esta ótica que se dará bem, se não podemos mudar a situação, podemos minimizá-la e as coisas se resolverão sem muito trauma. Um beijo e um lindo dia.

anne | Homepage | 30-07-2004 07:34:53


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Pq eu decidi q, definitvamente tinha q mudar minha maneira de enxergar o mundo, e é isso q todos precisam realizar para começaram a enxergar mais do q "tons de cinza". Somos nós, através de nossa força de vontade, q decidimos se iremos ou não "enxergamos o código da Matrix", ver além das cortinas da ilusão jogadas à nossa frente, ser ou não o "Escolhido". E Matrix, como o Lucas muito bem observou, é uma metáfora perfeita para a forma como a vida humana funciona. A maneira como nós as conduzimos, como nós a enxergamos e lidamos com ela, é decisiva na hora de escolhermos entre permanecer morto ou continuar vivendo (e aquela cena do Neo morto no corredor ressuscitando assim q volta a enxergar q a vida vale a pena, ao ser beijado pela Trinity, é mais significativa do q a maioria deve supôr). Não é à toa q eu gosto tanto de Matrix, pois é mais do q um filme de ficção científica qualquer. Assim como não é à toa q eu gosto de ouvir e ler o q meus amigos escrevem. Pq sempre haverá o peso do conhecimento nisso.

Wolv | Email | Homepage | 29-07-2004 23:29:31


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Como eu disse, Anne, postei esse texto pq estava intimamente ligado com o q eu vinha sentindo nos últimos tempos, e q se intensificou nas últimas semanas. Um estado de insatisfação perante a vida q vinha levando, q acabou sendo perfeitamente descrito pelo texto do meu grande amigo Lucas. Meu blog sempre esteve aberto à divulgação dos trabalhos de meus amigos, e continuará assim, pois, como dizia o "slogan" q eu havia adotado pro meu blog no início dele, sou "um ser sapiente compartilhando seus pensamentos", e complemento ele dizendo q tb estou aqui pra compartilhar os pensamentos dos meus amigos tb. Não há nada melhor do q ajudar um amigo, nem q seja pra abrir-lhe um canal através do qual ele possa se expressar pra outras pessoas. E, todos esses sintomas q vc citou foram freqüentes em minha vida nos últimos dias. Tanto q só há dois dias atrás eu comecei a melhorar, e dessa vez pra valer. Pq?

Wolv | Email | Homepage | 29-07-2004 23:24:15


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Oi Wolv, percebi logo acima que o texto não era seu, mas poderia ter sido . Muito bem escrito e atual. Conheço muitas pessoas a passarem por isso também, que ao meu ver seja depressão. Esta falta de motivação, choro fácil, isolamento, não achar graça em nada da vida, com certeza são os primeiros sintomas, que se não tratados devidamente, poderá evoluir para um outro quadro mais grave. As causas são várias e devem ser analizadas com carinho e com a ajuda de um profissional, se a pessoa não poder sair sozinha, naturalmente. As decepções, sofremos sim, infelizmente, mas temos que saber admistrá-las em nossas vidas, a fim de não sofrermos mais. Ninguém merece nossas lágrimas e se esta pessoa foi covarde, pior ainda. Adorei teu comentário lá, obrigada e beijos. Fica bem, amigo.

anne | Email | Homepage | 29-07-2004 21:20:58


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Triste. :(

Lu | 25-07-2004 13:32:04


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oie... Vi seu blog nos 10 mais atualizados e so to passando aki pra dizer que ele ta show viu ..... line...

estrela | Email | Homepage | 25-07-2004 01:56:38

quinta-feira, 25 de dezembro de 2003

[TIRINHA] Contos da Inexistência Especial

"Capitão Holmes salva o Natal"




Na falta de tirinhas, uma história protagonizada pelo Capitão Holmes, o super-héroi criado pelo meu amigo Lucas, q escreveu e desenhou a HQ abaixo:


Aqui me desanexo...

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Comentários:

uHAUhauHAUhah gostei da historinha xD

Lolo | 31-12-2003 01:01:36
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ah, meu.. adorei isso!! o lucas tá ficando bom em fazer essas HQs, hein! ainda quero ver essa daí "pessoalmente"! hoho...

Draeth | Email | Homepage | 30-12-2003 03:45:03

sábado, 18 de outubro de 2003

[CONTOS DA INEXISTÊNCIA] O Frango

"Um frango... no dentista?! õ_Ô"




Obs.: o Frango é uma criação do meu amigo Lucas, apesar de a história e os desenhos dessa tirinha serem meus. ^.^


Aqui me desanexo...

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Comentários:

Nem!! O fdp deve ter vendido o milho q eu dava pra ele pra comprar bomba e pagar uima academia! Safado!

Quezacolt | Homepage | 19-10-2003 11:01:38
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CHEETOS?!?! Nossa, como ele cresceeeeu!! CÊ deu Neston pro Cheetos, Queza?!?!

Sukinha | Email | Homepage | 19-10-2003 02:49:51
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Ah sim, só esclarecendo, o Dungeon Master aí de baixo é o Lucas. XP

Wolv | 18-10-2003 22:58:49
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Essa tirinha ficou muito sugoi!!! Té mais, totó! B-jinhus

May | 18-10-2003 22:22:29
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bom, como vc bem sabe, naum sou de comentar nada, mas essa tirinha em específico, não podia eu me omitir. bom cara, que posso dizer? Vc fez juz ao personagem, ficou muito legal, meus cumprimentos ao chef... ok? té mais bro...

Dungeon Master | 18-10-2003 21:43:59
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Tirinha!! Tirinha!! Tirinha!!*abrindu a pg*..........................¬¬, uke foi isso!?.......Té.........bjus

Elt | Email | 18-10-2003 20:01:33
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EH O CHEETOS!!! O Q ELE FAZ AKI???????

Quezacolt | Homepage | 18-10-2003 19:48:02
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legal bro!

Centurion_ | Email | Homepage | 18-10-2003 18:44:22
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Nom compreendi o_o'

Lolo | 18-10-2003 18:26:05
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Como já disse antes... X____________X... What da hell is it?!!?

Sukinha | Email | Homepage | 18-10-2003 04:01:45

quarta-feira, 4 de junho de 2003

[DESENHO] Encheção de lingüiça II

Um desenho de todos os meus amigos aqui de Guaxupé feito pelo Lucas.

Sim, é aqui mesmo q vc clica! ¬_¬

Clique sobre a imagem para ver uma versão maior



Na verdade todos estão caracterizados como personagens q tem mais ou menos (ou nada mesmo) a ver com cada um, excetuando o Lucas, q preferiu se desenhar do jeito normal.

Da esquerda pra direita temos a Karina, namorada do Lucas (até hoje não vi a garota, portanto, nem sei se tá parecida -_-'); o Lucas; eu (óbvio ¬_¬), o Glauber, ou Gobi, como é conhecido na net, q é irmão do Alex(caso não tenham entendido, ele é um goblin "punk", tb conhecido como duende); a Luciana, namorada doAlex; e o próprio, vestido de Spawn. Fora o gatinho da Luciana, do qual eu esqueci o nome agora (e o Lucastb, pelo jeito ¬_¬').

Uma hora eu faço a minha versão do pessoal daqui.


Aqui me desanexo...

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Comentários:

Eeee... olha eu de Spawn!! ateh que enfim ganhei uma simbionte! :)

Le Draeth | Email | Homepage | 05-06-2003 02:32:32
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Vc vai ter q fazer um do pessoal da net!!!!

Leo Spy | 04-06-2003 07:58:19

domingo, 18 de maio de 2003

[FRAGMENTOS] Gafe do dia

"Faz uma substitroca aqui..." - Lucas dando conselhos pro Glauber durante uma partida de War.




Ps.: o Lucas vcs já conhecem. Ele está na, até então, tirinha de maior sucesso do Contos da Inexistência(ou, pelo menos, a q recebeu o maior número de comentários, o q, aliás, pra mim, foi um recorde). O Glauber é irmão do Alex, q tb aparece na tirinha em questão.
PPs.: segundo o Glauber, ele achou q o Alex, na tal tirinha, ficou parecido com o George Bush. Só faltaram algumas rugas... ¬_¬'
PPPs.: olhando bem, até q ficou mesmo... -_-'
PPPPs.: CHEGA DE PS's!!! ò.ó


Aqui me desanexo...

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Comentários:

Ehhh menino eu achei muito fofa o post que vc tah com a Lolo, acho a tirinha mais fofa que vc já feiz. :) Ah e pare de postar tanto, tem que trabalhar! Afinal pra que eu te pago rs... Se for da Lolo vc podi. Beijos

Tabi | Homepage | 19-05-2003 08:18:01
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Nussa!Eu nem vi essa hora q o Lucas disse!Devia ter sido na hora q eu tava no comp!!!Tc com o ventania lá,hehehe beijux

Lu | Email | Homepage | 18-05-2003 13:12:03
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Ahaa.. eu bem q vi a sua cara na hora q o Lucas disse isso! hehehe.. eu sabia q isso vinha parar aki! :P

Le Draeth | Email | 18-05-2003 11:12:32

sexta-feira, 18 de abril de 2003

[CONTOS DA INEXISTÊNCIA] Tosquices de uma madrugada de sexta - parte 1

Apenas um desenho bobo, sem graça e mixuruca que eu fiz agora a pouco pra passar o tempo colocar qualquer coisa por aqui pra encher lingüiça.


Daqui a pouco tem outro.

Aqui me desanexo...


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Comentários:

Tosqueira!!!!!!!

Leo Spy | Email | 18-04-2003 03:58:46