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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

[LISTA] Séries Assistidas em 2012

2012 foi o ano em que finalmente descobri porque Mad Men é considerada uma das melhores séries em exibição no momento, e também o motivo pelo qual Dexter é tão aclamada, embora esta última também tenha me proporcionado a infelicidade de constatar, mais uma vez, o quanto uma série pode decair quando a equipe responsável por sua produção muda de um ano para o outro (sim, é claro que estou falando das temporadas 5 e 6).

Este ano também foi aquele em que The Walking Dead finalmente começou a tornar-se uma série que merece algum respeito, embora ainda esteja longe de alcançar o nível de qualidade dos quadrinhos em que se baseou. Mas, a julgar pelo que vimos na metade desta temporada atual, pode ser que ela ao menos faça mais jus ao material que está adaptando.

Boa parte de 2012 resolvi empregar fazendo algo que há muito tempo queria: assistir todas as séries animadas protagonizadas por heróis da DC Comics produzidas pela Warner entre 1992 e 2006, que reconstruíram ao longo de mais de uma década aquele universo de super-heróis dos quadrinhos na TV, renovando o interesse de antigos fãs, e apresentando a novos estes personagens que há tantas décadas fascinam leitores do mundo todo. Muitas delas eu revi, mas foi uma experiência compensadora finalmente assistir Liga da Justiça no contexto (antes eu havia assistido apenas a 1ª temporada, e as duas últimas), e Batman do Futuro, que era uma das minhas maiores frustrações.

Ainda do campo das animações veio aquela que foi uma das minhas maiores fontes de prazer e diversão deste ano, a excepcional Sym Bionic Titan, do gênio Genndy Tartakovsky (da qual falei a respeito aqui). Mais uma que levarei comigo para sempre em meu coração.

Outras que me proporcionaram horas prazerosas e, diria até, terapêuticas, foram as séries de documentários sobre vida natural da BBC apresentadas por David Attenborough, os belíssimos Planet Earth, Life, Frozen Planet e o fascinante First Life.

Por fim, este também foi o ano em que comecei a me despedir de duas séries às quais dediquei parte dos meus últimos 5 anos: Fringe e Breaking Bad. A primeira é uma daquelas séries que tive orgulho de assistir crescendo e se tornando melhor a cada temporada. A segunda praticamente uma unanimidade no mundo dos aficionados por séries, que apresenta uma qualidade impecável e invejável desde seu início, que certamente deixará saudades quando terminar em meados de 2013.


Abaixo a lista completa de todas as séries que assisti:

- Mad Men (1ª a 5ª temporadas)
- Dexter (2ª a 6ª temporadas)
- Batman - A Série Animada (1ª a 3ª temporadas) [revi]
- The Walking Dead (2ª temporada)
- Superman - A Série Animada (1ª a 3ª temporadas) [revi a primeira]
- As Novas Aventuras do Batman (1ª e 2ª temporadas) [Obs.: alguns consideram ambas as temporadas a 4ª de “Batman - A Série Animada]
- Fringe (4ª temporada)
- Batman do Futuro (1ª a 3ª temporadas)
- Game of Thrones (2ª temporada)
- Liga da Justiça (1ª a 2ª temporadas) [revi a primeira]
- Liga da Justiça Sem Limites (1ª a 3ª temporadas) [revi as duas últimas]
- BBC - Planet Earth
- BBC - Life
- House (8ª temporada)
- BBC - Frozen Planet
- BBC - First Life
- BBC - Yellowstone
- Breaking Bad (5ª temporada - 8 episódios)
- Thundercats 2011 (1ª temporada)
- Sym-Bionic Titan
- Fringe (5ª temporada - até o episódio 10)
- Boardwalk Empire 3ª temporada (episódio 1)
- The Walking Dead (3ª temporada - até o episódio 8)
- Revolution (1ª temporada - até o episódio 3)

sábado, 7 de maio de 2011

[REVIEW] Fringe - 3ª temporada

Photobucket

Fringe é daquelas séries que deviam ser exibidas sem pausas durante as 22 semanas correspondentes ao número de episódios da temporada, por um motivo simples: a complexidade da trama principal, e as ramificações da mesma ao longo dos episódios.

O grande problema de uma série como Fringe é que muitos episódios, vistos isoladamente, correm o risco de soarem insignificantes para a evolução da história, ganhando força e importância apenas quando encarados sob o contexto maior construído ao longo da temporada.

Neste 3º ano a cuidadosa ligação entre os diferentes elementos da trama tornou-se mais evidente, com suas idas e vindas entre os dois universos, máquinas capazes de criar e destruir mundos, Peter se transformando no "gatilho humano" da pior arma de destruição em massa já concebida, e em meio a tudo isto mais casos isolados explorando a "ciência de borda." Portanto não é nada absurda a idéia de, ao término da temporada, realizar uma maratona para revê-la do início ao fim sem interrupções, algo que torna-se quase uma necessidade caso você queira aproveitá-la ao máximo.

A 3ª temporada de Fringe pode ser dividida em 4 arcos principais:

1º) a troca das Olivias entre os dois universos, e a forma como cada uma se adaptou a eles;
2º) a volta de Olivia ao "nosso" universo, e as conseqüências disto em seu relacionamento com Peter;
3º) a "possessão" de Olivia pela "alma/mente" de William Bell;
4º) o "nosso" universo entrando em colapso como conseqüência do enfraquecimento da barreira entre os dois mundos.

O primeiro arco de histórias apresentou alguns dos melhores momentos da temporada, a começar pela própria dinâmica estabelecida pelos roteiristas, que optaram por alternar a trama entre o "nosso" universo é o do "outro lado". Além disto, surpreendeu pela forma como o Walternativo lidou com a troca entre as duas Olivias, convertendo a "nossa" numa cópia da (B)Olivia, através da substituição de suas memórias pelas de sua versão alternativa. A idéia rendeu uma das melhores fases da personagem em toda a série, tornando a agente mais relevante para a trama do que jamais fora.

Este ano também superou as anteriores no trato que deu ao desenvolvimento dos personagens e o relacionamento entre eles. Tivemos Walter em seu esforço penitente para evitar que Peter se sacrificasse para salvar o "nosso" universo. Peter dividido entre as duas Olivias, além de ter que encarar seu papel fundamental para a existência um dos universos (ou ambos). Olivia lidando com o fato de Peter ter se apaixonado por sua versão alternativa, que mostrou-se mais descontraída e menos complexada que ela. E ainda uma maior interação entre Walter e William Bell, mesmo que de uma maneira completamente inusitada.

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Peter foi o personagem que ganhou mais força na 3ª temporada, deixando definitivamente de ser um mero intérprete das idéias e teorias malucas de Walt, para ganhar um arco dramático mais relevante, algo que já vinha ocorrendo na temporada anterior, mas que nesta repercutiu significativamente na trama principal.

Já as reviravoltas no arco dramático de Olivia permitu que Anna Torv explorasse sua versatilidade como atriz, interpretando duas versões de uma mesma personagem, a ponto de criar linguagens corporais, expressões e entonação de vozes distintas, que ilustrassem a personalidade expansiva e vivaz de uma, e as atitudes racionais e reservadas da outra. Além disto encarou um dos maiores desafios de seu trabalho em Fringe até agora: emular a voz e os gestos característicos de William Bell, o que rendeu alguns dos melhores e mais divertidos momentos da série.

Merece elogios também a forma como os roteiristas integraram todos os episódios da temporada à trama principal. Mesmo os episódios fechados não deixavam de citá-la de alguma forma, ou mostrar seus efeitos sobre as decisões e atitudes dos personagens.

Os casos fechados da temporada conseguiram superar os da 2ª, fazendo com que o aspecto científico das histórias, apesar de presente e intrigante, cedesse mais espaço para o drama dos personagens envolvidos. Entre tantos, vale menções: o caso dos dois irmãos gêmeos separados pelo âmbar do universo alternativo (03x05 - Amber 31422); o homem que buscava reviver a mulher que amava numa versão poética e romântica de Frankenstein (03x09 - Marionette); ou o dramático episódio do serial killer que comia parte dos cérebros de crianças para rejuvenescer (03x07 - The Abducted). Além disto, muitos apresentaram paralelos com os problemas enfrentados por Olivia, Peter e Walter, tornando as tramas mais envolventes.

Paralelos também podem ser traçados entre a trama envolvendo as Primeiras Pessoas, e a máquina construída por elas, cujas peças foram enterradas milhares de anos antes da humanidade surgir na Terra. Sua origem e os misteriosos manuscritos e pergaminhos remeteram diretamente às profecias de Milo Rambaldi, vistas na série Alias, outra das criações de J. J. Abrams, criador e atualmente produtor executivo de Fringe. A idéia de uma máquina que pode tanto destruir como criar universos ampliou as possibilidades criativas da série, abrindo caminhos a serem explorados nas próximas temporadas.

Tendo em vista as restrições orçamentárias de uma produção pra TV, a direção de arte da série se saiu muito bem ao estabelecer as diferenças entre os dois universos, apresentando pequenas alterações nos cenários, e o uso de objetos cênicos e aparelhos que sugeriam uma tecnologia mais avançada que a nossa, tudo de maneira muito econômica mas eficiente.

Foi interessante também a forma como trabalharam os personagens do "outro lado", desfazendo aos poucos nossa impressão de que se tratavam de meras versões más dos personagens que já conhecíamos, seja através da dinâmica estabelecida entre os agentes da Divisão Fringe, que não demoraram para despertar simpatia pela forma amigável e descontraída com que se tratam; ou estabelecendo um passado trágico para o Coronel Broyles (no já citado The Abducted). Tivemos até mesmo um episódio que abordou com mais profundidade a vida de um transmorfo infiltrado no nosso universo em Do Shapeshifters Dream of Electric Sheep? (03x04).

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A solução encontrada para a subtrama envolvendo a gravidez de (B)Olivia foi outra grande idéia. Tinha tudo pra ser daquele tipo que corria o risco de arrastar-se por muito tempo, e no fim acabou se resolvendo de maneira inusitada, dramática (permitindo um momento tocante entre (B)Olivia e o Agente Lee), e muito bem integrada à trama principal, com o bebê assumindo um papel relevante dentro da história na reta final da temporada.

E não podemos esquecer de Lysergic Acid Diethylamide (03x19), que apresentou uma resolução inesperada para o destino final (?) de William Bell, através de uma ousada mudança de formato, e inúmeras referências, que foram desde o filme A Origem, passando por Waking Life e Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças.

Por outro lado, a 3ª temporada contou com sua parcela de idéias que não foram devidamente exploradas, como o fato de Walter ter herdado de Bell a Massive Dynamics. Apesar de ganhar um verdadeiro parque de diversões para extravazar sua genialidade, seus recursos foram pouco utilizados, e ele acabou recorrendo ao velho laboratório na Universidade de Harvard para resolver a maioria dos casos.

Os poderes de Olivia também receberam pouca atenção dos roteiristas de Fringe, sendo mencionados apenas no início da temporada, quando o Walternativo procurava um meio de viajar para o "nosso" universo de maneira segura, e no final dela, quando se mostraram necessários para desativar a máquina do apocalipse, permitindo que Peter se aproximasse dela. Este é mais um elemento da intrincada trama de Fringe que vem sendo pincelado desde a 1ª temporada; ganhou um pouco mais de força no final da 2ª, quando Olivia foi a principal responsável por cruzar a barreira entre os universos com Walter e Peter; mas foi pouco usado na 3ª. Não sei até que ponto os roteiristas pretendem explorar esta peculiaridade da personagem nas próximas temporadas.

Também senti falta de abordarem mais casos de crianças que ganharam poderes devido aos experimentos de Walter e William Bell em Jacksonville, algo que na 2ª temporada pareceu que ganharia força nesta, e acabou sendo esquecido, exceto pelo rapaz que lia mentes no episódio Concentrate and Ask (03x12).

Talvez o elo mais fraco deste 3º ano de Fringe tenha sido a trama envolvendo a crise do relacionamento entre Peter e Olivia, após esta voltar do "outro lado". Os desentendimentos e desconfortos de ambos com a situação ficaram desinteressantes em certa altura, e em alguns momentos tornaram as histórias arrastadas no meio da temporada. Apesar disto, os roteiristas conseguiram se redimir em episódios como 6B (03x14), em que um casal de velhinhos começa a enfraquecer as barreiras entre os universos na tentativa de entrarem em contato com o que julgavam ser a alma de seu companheiro falecido no "outro mundo". Foi uma forma tocante de estabelecer um paralelo entre a situação deles e a de Peter e Olivia, que buscavam uma reaproximação, sem apelar para situações chatas e cansativas.

Subjetc 13 (03x15), o segundo episódio da série focado na infância de Peter, também me incomodou. Apesar de trazer novas revelações sobre a origem da crise entre os universos, não apresentou nenhuma explicação plausível para o fato de Peter e Olivia não se lembrarem que já se conheciam desde pequenos. Algo que pode ou não ser esclarecido nas próximas temporadas, mas que permanecerá como um furo gritante no roteiro até que isto aconteça .

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Apesar das poucas escorregadas, Fringe continua se mostrando uma série revigorante, exibindo uma enorme força criativa, e uma vontade de arriscar-se por caminhos e soluções inesperadas, que muito lembraram as reinvenções de formato vistas em Lost. Prova disto é o desfecho apresentado ontem, que parecia nos levar por um caminho (a história seria ambientada no futuro a partir de agora), apenas para voltar atrás e nos jogar em outra direção (a fusão dos universos) que cumpriu com enorme eficácia a função de um episódio final de temporada: nos deixar ávidos pelo desenrolar da trama a partir de um novo indicativo de que tudo irá mudar a seguir (com Peter apagado da existência).

Fringe, nesta 3ª temporada, a melhor até agora na minha opinião, livrou-se de uma vez por todas da idéia de que ela não passava de uma sucessora de Arquivo X. As pretensões dos roteiristas da série se mostraram maiores do que isto, abordando idéias mais abrangentes como mundos alternativos, e máquinas criadoras e destruidoras de universos, mas jamais se esquecendo de trazer para o primeiro plano o drama humano envolvido com tais elementos grandiosos e histórias fantásticas.


Nota: 4,5 de 5

domingo, 16 de maio de 2010

[Random] Então... 2010 e só 5 meses depois que um post aparece...

Então... nao vou pedir desculpas por não postar... pois, bem... ninguem posta/le mais nada aqui mesmo... então vamos direto aos negocios!

ps: Ah sim, não estou preocupado com spoilers... então se você não chegou no filme/episodio que eu comentei... bem, azar :D

@Fringe:
Cara... OBVIO que era o Walternativo fazendo a merda toda! Desde a primeira temporada arrisco dizer... (quando o Walter tava no manicomio e ele "se" viu do lado de fora)... a pergunta é: Não tinha uma forma menos rebuliçosa de viajar entre as dimensões? Digo, pra uma coisa secreta, você tentar mover uma ponte inteira de lugar me equivale e jogar bombinhas no meio de uma missa... sei la...

@Supernatural:
Ainda não vi o ultimo ep (S05E22) mas só eu achei que eles forçaram a barra na hora de conseguir os dois ultimos aneis? Digo, os cavaleiros que dariam otimos episodios solo, foram arrebatados (haha) em apenas um... um pros dois... sei la, correria de final de temporada... Fora o fato de que, obviamente, não sabiam de outra forma de fazer com que o Morte cedesse o anel sem... bem... matar os protagonistas... enfim, boa saida... E se o Sam disser "Sim" e se "Sacrificar" e depois voltar como se nada tivesse acontecido, eu desisto de Supernatural (mentira, não larguei Heroes nem depois daquela bosta de segunda temporada...)

@Dexter:
Cara... Dexter é uma série do S2... To meio atrasado, comecei a terceira temporada agora... mas acho o maximo como tudo da certo pro protagonista... TUDO da errado durante a serie... mas na verdade ta tudo dando certo... e o final da segunda temporada é um samba de surpresas que... tenho nem palavras... apenas queria dizer que gostaria de estar la matando a Laila com ele!!!!

@Lost
Então... mini flashback: Anos atras larguei a serie no meio da segunda temporada pois meio que cansei dessa vida... ai agora, em pleno final de serie resolvi ligar para entes queridos e marcar o que eu gosto de chamar carinhosamente de "Maratona Desesperada". Corremos tanto que agora começamos a quinta temporada ontem... mas infelizmente nao vamos conseguir estar prontos para o ultimo ep =/ Mas enfim... quero deixar aqui relatado que eu amo a Sun e que casaria com ela se fosse um coreano hitman com cara amassada! Os produtores tentam de todas as formas mostrar que todos os personagens são filhasdaputa... flashbacks escabrosos de Kate, Jack, Sawyer.. mas os da Sun, por MAIS que eles tentem... ela sempre sera foda! Acho que ela e o Desmond são os unicos personagens que nunca me causaram antipatia... Alias, e essa historia da ilha se movendo no tempo e no espaço hein? Aquela roda sempre esteve ali? E tipo, como o ben sabia usar se... ahn... tinha uma construção da Dharma e pra chegar la ele teve que explodir a parede? Eles tem sempre que fazer isso? Explodir a maquina, mover a ilha, reconstruir tudo para o proximo incidente? uhnn... é por isso que as pessoas ficam bitoladas por Lost haha!

@Kick-Ass
Cara... vi o filme... sei la, rolou uma lagrima de decepção... Hit-Girl chutando bundas e tal... Kick-Ass sendo aquele bundão... o de sempre... mas... sei la... só eu achei que mudaram um pouco o significado do filme? Tipo, ta, um garoto vestindo roupa de mergulho com um lança chamas nao é muito real... mas um jetpack? Com duas metralhadoras embutidas? No ultimo andar de um edificio enoooourme? Sei la, a graça do quadrinho, pra mim, era ser o mais irreal que pudesse beirar a realidade! Tipo, uma garotinha de 11 anos não poderia fazer aquilo tudo... ok! Mas parava por ai! Agora ele voa pela cidade! Com metralhadoras! Bah... gostei não... e sim, eu ando muito reclamão mesmo...

@Alice do Tim Burton
O filme é só do caralho. A Rainha Vermelha e o Gato Risonho roubam a cena. E por incrivel que pareça, o personagem do Johnny Depp (Chapeleiro Maluco) é um dos mais apagados... Sabe quando você sente que poderia ser QUALQUER um ali? Podia ser a Lebre de Março, poderia ser o Gato Risonho... Ele não parece fazer A diferença... apesar de ter trabalhado muitissimo bem! Culpo a concepção do personagem :D
Ponto alto foi o enredo cheio de mini mensagens escondidas. Um prato cheio praquele povo que alimenta sites com mensagens subliminares, que diz que quando você toca o vinil da xuxa ao contrario, encontra uma receita de estrogonoff de carne... bizarro!

@V (2009)
Cara... V ta sendo outra surpresa vem fodinha! Acho o maximo de como só tem filhodaputa na serie! Todo final de episodio eh um personagem fazendo merda e olhando pra camera com cara de "Heh, ninguem sabe...". Muito bom!

@United States of Tara
Comecei a ver tem umas semanas... ainda nao sai do sexto episodio da primeira temporada... mas to gostando muito. O conflito das personalidades e o fato delas deixarem uma ponta de duvida sobre a "Tara" ser mesmo a personalidade real dela dão um toque a mais na serie.


E é só... até daqui a 5 meses (risos)

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

[Resenha] Fringe S02 episódios 06 e 07

Episódio 06 - Earthling

Depois de um tempo sem a série, eis que ela está de volta, mas sem grande surpresas. Neste episódio ficamos sabendo um pouco mais sobre o passado de Broyles. Ele já teve uma família, mas que o deixou devido à sua obstinação com o trabalho, especialmente quando trabalhava em um caso relacionado ao padrão, e que volta a tona neste episódio. Sua ex-esposa já está casada novamente, e deu a entender que eles mantêm uma amizade ainda. Porém Broyles pareceu ainda sentir algo por ela. Se assim for, como ficará seu relacionamento com Nina Sharp?

Infelizmente neste episódio não tivemos nenhuma das grandes tiradas de Walter Bishop, mas ainda sim podemos notar um ponto interessante. Pela primeira vez temos a causa do mistério relacionada a uma entidade alienígena. Ao contrário do ocorrido até aqui, onde tudo era explicado com a “ciência de borda” (fringe science), desta vez temos a aparição de um alienígena. Porém souberam dosar bem, sem deixar a coisa escancarada.


Monstro Fumaça

parece que o monstro de fumaça fugiu de Lost...

Um contraste interessante com o título. Earthling significa terrestre. Porém podemos interpretar a palavra de um modo um pouco diferente, entendendo earthling como “criatura de terra”. Assim faria um pouco mais de sentido, visto que a criatura reduzia as suas vítimas a pó.

Tirando esses pequenos detalhes, nada acrescentou esse episódio. Um pouco decepcionante, pois tivemos duas semanas de expectativa...

Episódio 07 – Of Human Action

Esse sétimo episódio foi mais interessante que o anterior. Com o tema de controle mental, conseguiu surpreender com duas reviravoltas.

O filho de um cientista da Massive Dynamic é seqüestrado por dois indivíduos que aparentemente, possuem o poder de controlar a ação das pessoas. Esses dois eram vendedores de carro e, segundo o seu patrão, não perdiam uma venda. Deixando a entender que usavam seus poderes para vender os carros.


Pedro de Lara

Pedro de Lara lá, lá rá lá rá lá rá

Pela primeira vez, Walter vai à empresa de seu amigo Belly. Muito interessante a cena, do modo como ele se vê ao mesmo tempo, fascinado pelo tamanho e alcance da empresa, e também triste e melancólico por não ter feito nada de significante, como era seu plano quando mais jovem.


Chapéuzinho

Marcha soldado, cabeça de papel... nossa, tô nostálgico hoje.

Bem interessante a forma como o episódio vai sendo construído, toda a preparação para pegar os dois seqüestradores e libertar o garoto, quando temos a primeira reviravolta. Na verdade o seqüestrador era o garoto, que aproveita para dominar Peter e obrigá-lo a dirigir o carro. As motivações do garoto em si são até bem tolas e batidas, foi enganado pelo pai a cerca da morte da mãe e agora parte numa busca, que ao mesmo tempo visa afrontar a autoridade do genitor e buscar um relacionamento onde talvez possa ter mais afeto que não possuía em casa.

Caso resolvido, garoto neutralizado, bem no final do episódio teremos a segunda reviravolta. O garoto não passava de um clone, todos construídos e testados pela Massive Dynamic. Fato que novamente coloca em xeque a posição da empresa, que, no começo da temporada, deu a entender que tinha bons objetivos. Pode não ser mais o caso. Estaremos aguardando para ver qual são as reais intenções da empresa.

Digno de nota é o computador antigo que Nina usa para mandar uma mensagem para William Bell. Uma evolução, se compararmos com a máquina de escrever usada pelo agente infiltrado da outra dimensão.

Bem, acho q falei sobre o essencial, se por ventura esqueci de algo, não deixem de comentar. E aguardamos o próximo episódio.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

[Resenha] FRINGE S02E05 – Dream Logic

Atrasado, mas antes tarde do que nunca, vamos comentar um pouco sobre mais este episódio de Fringe.

Bom, podemos dizer que este episódio é do tipo “morno”, não empolga muito por sua trama, nem tem uma relação direta ou percebível com a trama principal. Somente isso já seria motivo para desanimar, mas ainda sim teve seus méritos, e dele falaremos.

De começo temos um executivo, parecendo um tanto quanto perturbado. Ele está vendo monstros nos rostos de seus colegas de trabalho e um capetão como chefe. Não pensa duas vezes e o arrebenta com usa valise. Interessante analisarmos neste ponto que até o momento, Fringe não apresentou nada de sobrenatural. Todas as façanhas ocorridas encontra sua explicação científica, ainda que seja uma ciência mais forçada ou hipotética. Então se nosso executivo alucinado está vendo demônios, devemos racionalizar. De início imaginei que ele também teria o poder de enxergar os infiltrados da outra dimensão. Mas isto não se mostrou verdadeiro. Era apenas um sonho, que o indivíduo não conseguia diferenciar da realidade. Após cacetar o chefe, um close é dado no indivíduo, onde vemos seus olhos se movendo rapidamente. Uma amostra de REM (rapid eyes movement), que é uma das fases do sono característica pela presença de sonhos.


capetão

Mas que chifres são esses chefe? Por onde anda sua esposa?

Não demora e nossa equipe é chamada a investigar o caso, e assim partem para Seattle. Interessante notarmos a boa interpretação de John Noble. Walter fica realmente incomodado com o lugar. Tanto o ar úmido do local, quanto o hospital. Ele se lembra do tempo em que passou internado, e isso o deixa irriquieto. Nota 10 para o ator, que nos trás de forma tão boa a mistura de drama e comédia dessa personagem.

Olívia segue com seu tratamento para se curar dos efeitos da mudança de dimensões. Nisso é indicada a pegar o cartão de visitas de todos as pessoas que usarem uma peça de roupa vermelha. Ficamos intrigados com o fato, mas o exercício acabou de uma forma bobinha. Podiam ter implementado mais nessa.

Outras pessoas começam a ter pesadelos acordadas, e somos levados à uma clínica que trata distúrbios de sono em que todas elas receberam tratamento. A primeira suspeita: isso é coisa do médico responsável pelo tratamento. Mas somos levados a pensar que os roteiristas são mais inteligentes que isso e fugiríamos do óbvio. Então quem é o vilão? O principal ajudante e braço direito do médico? Diria que esta é uma boa suposição.


vi

Quem será o vilão misterioso? E pq a touca ridícula?

A grande aposta é que os microchips implantados nas pessoas para controlar o sono, sirvam como dispositivos de controle mental. E assim seguimos nossa trama. Quando somos apresentados ao desfecho, nos deparamos com uma solução nada original, mas que foi usada de forma interessante e bem aplicada ao caso: a velha história do médico e o monstro.

Sim, o vilão era mesmo o médico prestativo e colaborador, mas de forma inconsciente. Como eu disse, um conceito nada novo. Mas que serviu para dar uma reviravolta interessante ao caso. Agora também tivemos uma idéia original. O chip usado para controle do sono, transmitia os sonhos das pessoas para o médico, através de uma touquinha de Eletro encefalograma. Muito interessante esta parte, pois o rapaz realmente “viajava” com os sonhos, que, parecem ter o efeito de um potente alucinógeno, além de tê-lo deixado viciado a ponto de fazer seus pacientes passarem por experiências extremas, os levando à morte, somente para ter um “barato” maior.


questão piloto

E o Questão arrumou um emprego de meio período como piloto...

Bom, trama resolvida, alguma coisa original, mas nada que realmente empolgue muito. Apenas mais um episódio comum. Somente no final temos alguma coisa importante para a trama principal. Peter sonha com momentos que passou quando ainda era criança. Estava dormindo, acorda assustado, encontra seu pai e parece ser levado repentinamente. Na parede do quarto está uma referência à missão espacial Challenger 11, com data de 28 de junho de 1984. Depois de pesquisar na wiki, descobri que a décima missão da Challenger (que acabou em desastre) somente aconteceu em 28 de janeiro de 1986. Será que presenciamos o momento em que foi tirado da outra dimensão e trazido para esta? É no que acredito.


challenger

Findamos então mais um episódio, já aguardando o próximo, e torcendo para que a série volte a ter o ritmo do primeiro episódio desta temporada.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

[RESENHA] Fringe s02e04 - "Momentun Deferred"

E chegamos ao quarto episódio. Depois de dois episódios mais calminhos, temos um repleto de informações. Começamos com bandidos roubando cabeças congeladas de uma empresa de criogenia. A empresa se chama Elias Cryonics. Se formos buscar alguma referência, Elias foi um profeta bíblico que viveu antes de Cristo. Criogenia é também uma das palavras que aparece na apresentação da série nesta temporada.


suco

Hum... delícia! suquinho de minhoca...

Logo fica claro que esses bandidos são soldados da outra dimensão. Assim como o que assumiu a identidade do agente Francis, são capazes de resistir a vários tiros, porém o tiro na cabeça é fatal (e ninguém tinha pensando nisso antes...). Detalhe que o soldado morto sangra mercúrio... Mais para frente no episódio descobrimos maiores detalhes sobre esses agentes. Não são inteiramente humanos, são híbridos, parte máquinas, isso os possibilita irem para a outra realidade com maior segurança, mas são dependentes de mercúrio para manterem sua integridade. O mercúrio também é a substância que possibilita a mudança de forma. E, como era de se esperar, vários agentes estão infiltrados.


conjuntivite

Oh meu Deus!!! Será que peguei conjuntivite???

Acredito que podemos esperar grandes coisas dessa temporada. Pois eventos e mistérios que em outras séries certamente seriam jogados para o meio ou final, já foram revelados. Finalmente sabemos do que se tratou a conversa de Olivia com William Bell no universo paralelo, e do que ela precisava buscar. Interessante notar que nesse universo paralelo, enquanto Olivia e Belly conversavam, uma luz amarelada ficou o tempo todo se intrometendo na cena. Se isso será apenas para diferenciar a outra realidade ou se terá um significado mais profundo, saberemos só adiante.


belly

não estou com hepatite... é só efeito deste universo paralelo...

Até o momento, está parecendo um furo no roteiro para mim, mas talvez eles expliquem também mais adiante. Belly comenta ao final da conversação que quando Olivia voltar para sua realidade, encarará um momento difícil. Ele estava se referindo ao acidente de carro visto no primeiro episódio. O que não está batendo é que no final da primeira temporada, Olivia não estava dentro do carro quando foi transportada para a outra realidade, ela estava num elevador. Faltou continuidade ae, ou talvez a intenção foi fazer uma coisa dramática como o acidente, mas ficou desconexo...

Temos a volta de Rebecca, a menininha “viajante”, que consegue ver os soldados infiltrados. Ela passa por mais uma sessão de tratamento nas mãos de Walter e tem sua habilidade de perceber pessoas de outras dimensões reativada. Detalhe importante neste ponto, fica claro que Peter não pertence à esta realidade. O que para mim confirma a tese de que Walter o trouxe da outra realidade para substituir seu filho morto.


rebecca

Oh Walter, senti falta dos seus cabos...

Mais para o fim do episódio, outra trama se desenrola. Finalmente Olivia descobre que o soldado está disfarçado de Francis, e uma luta acontece, onde nossa heroína, recém saída das muletas, luta ferozmente (realmente, aquele exercício de ficar amarrando cadarços funciona muito bem, alguém já pensou em patentear??). O infiltrado é morto, mas os soldados conseguem seu intento de roubar a cabeça congelada pertencente ao líder deles. Tenho de ressaltar aqui que durante a luta, tivemos destaque para a pichação na parede do beco, uma cópia do auto-retrato de Van Gogh. Acredito que deve ter algum significado, mas até agora não atinei qual seria.


van gogh

No finalzinho, a cabeça é religada a um corpo através do mercúrio, outro que anda operando milagres. Parece que esse será o vilão da série daqui para frente. Aliás, interessante a escolha do mercúrio. De forma alguma deve ter sido aleatória. Já que a substância prateada é recorrente em termos de ficção, como líquido vital para os andróides.

Resultado final: um episódio empolgante, com muitos mistérios revelados, além de deixar um grande gancho para os próximos. Realmente estou esperançoso com essa série. Já me encontro na expectativa do próximo

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

[RESENHA] Fringe s02e03 - "Fracture"

Gosto de episódios como este último, em que somos levados a crer que se trata de uma coisa pra no final nos mostrarem que é outra.

No caso de "Fracture" ele segue o mesmo esquema ao qual já nos habituamos. Abre com um acontecimento bizarro, que neste caso é um homem que se transforma numa bomba humana após um processo instantâneo de cristalização dos tecidos (idéia MUITO parecida com a usada no atual arco de histórias do Homem de Ferro, do qual eu falei aqui), um pouco de desenvolvimento de personagens, um pouco de cenas bobinhas sem muita finalidade, daí parte pra investigação, mais desenvolvimento, mais cenas sem muito propósito, e a conclusão.

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Protetor solar uma ovaaaaAAAARGH...!!!!

Falemos um pouco de cada lance.

Desta vez o que eu havia suposto na resenha do episódio de estréia da temporada começou a se concretizar. Astrid ganhou um pouco mais de destaque neste episódio. Nada muito importante, só uma conversa com Walter a respeito da mudança de apartamento que Peter insiste em fazer, e sobre quão pouco nós podemos conhecer de nossa vizinhança. O detalhe notável foi a mudança de postura da garota, que soou até carinhosa e um tanto admirada por Walter. Aos poucos ela está se afeiçoando pelo coroa, e arrisco dizer que sua relação com ele está caminhando para um nível mais "paternal". Além disto, foi bacana ver o cientista finalmente demonstrando um pouco mais de interesse pela vida pessoal da garota. Essa demora foi justificável, pois soubemos na temporada passada que ele perdeu uma de suas assistentes vítima de um de seus experimentos, portanto, nada mais natural do que ele levar um tempo até se permitir um envolvimento maior.

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Walter + Astrid + 1 seringa + 1 melancia = Combinação explosiva
(adivinhem pra quem)

E Sam Weiss, que mal chegou e já foi montando banca, está se mostrando uma espécie de guru dentro da história, ou, como Olivia disse, vem fazendo "aquelas porcarias do Yoda". É aquele esquema estilo Sr. Miyagi, "amarre este cadarço de sapatos, e você aprenderá a controlar essa tremedeira nas mãos", "marque os pontos da liga infantil de boliche e vai aprender a ter paciência". Fora isto, o mistério em torno do figura prevalece. Por que ele é tão respeitado por Nina Sharp? Qual é o seu envolvimento com William Bell e a Massive Dinamic? Será ele um Mestre Jedi vindo de outro universo paralelo?

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Desse tamanho e ainda não sabe amarrar os sapatos? tsc tsc tsc...

E já que mencionei Olivia, vale destacar que agora ela é oficialmente vítima de mais um "autoplágio" do J. J. Abrams. Se a temporada já estreou introduzindo a idéia de transmorfos, num conceito semelhante ao usado na 2ª temporada de Alias, neste Olívia começa a ter flashs vagos de fatos que lhe ocorreram enquanto estava no universo paralelo onde se encontrou com William Bell, tal qual Sidney Bristow na 3ª temporada de Alias, quando ela ficou metade dela sem lembrar-se de nada do que aconteceu em sua vida durante um ano.

Agora, cá entre nós, não acham que já demorou pro Walter convidá-la para um mergulho naquele tanque visto na 1ª temporada onde ela tinha acesso às memórias do seu ex-parceiro e amante morto John Scott misturadas com as suas? Se deu certo pra ajudá-la a acessar partes de seu cérebro que armazenavam as memórias do falecido, por que não daria com a sua, desde que ele aperfeiçoasse a tecnologia, algo que Walter não teria grandes dificuldades em fazer?

Outro "lance Alias" deste episódio foi a seqüência em que Olivia e Peter viajam para o Iraque em busca de mais informações sobre o projeto "Homem de Lata". Este era o tipo de situação que ocorria direto no antigo seriado de J. J. Abrams, com personagens indo e vindo pra tudo quanto era canto do mundo.

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Sid... Digo, Olivia e Peter enxugando o copo no Iraque.

A viagem serviu pra nos apresentar a outro experimento militar ultra-secreto que ferrou com a vida de um monte de soldados, e a mais um coronel malvado e fanático.

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Por que estou cultivando bombas humanas no meu quintal?
Uma guerra interdimensional está chegando, oras! Não é óbvio? Hunf...

Além disto, tivemos mais menções sobre o passado misterioso de Peter no Iraque, algo que já fazia um tempo que não era citado na série. Ainda há muito a ser esclarecido sobre isto, o que não deixa de ser animador, pois Peter já vem se tornando um personagem interessante. Um pouco mais de informações que o tornem mais complexo serão bem vindas.

E depois de muita investigação descobrimos que... não era só mais um caso isolado da Divisão Fringe, e sim algo ligado à Grande Guerra Interdimensional vindoura! Tudo isto num discurso sinistro do Coronel Raymond Gordon, que nos entrega mais uma peça do quebra-cabeça: ele tentava deter os espiões de outro universo paralelo que estavam recolhendo e repassando informações sobre nossa cultura, tecnologia e ciências para seus compatriotas do "outro lado do espelho". E quem é o responsável por recolher estas informações? Quem?! O carequinha fã de sanduíches extremamente apimentados! Isto mesmo, o Observador! Que se mostrou mais uma vez interessado em Walter, depois de sua aparição pra lá de enigmática no final da temporada passada. E com isto desvendamos mais uma faceta deste que foi o personagem que me "tragou" definitivamente para Fringe, e mostrou que a coisa podia ser melhor do que eu imaginava. E de fato é o que vem sendo.

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Não parecem fotos tiradas de câmeras embutidas em olhos?
Hmm... Vai pra lista de detalhes suspeitos.

Agora é esperar até 5ª feira pra conferir "Momentun Deferred", e ficar na torcida pra Olivia botar aquele biquini preto e mergulhar no tanque pra mais uma viagem em suas memórias. Já passou da hora de termos algumas respostas sobre seu encontro com Bell. E nem vem com esta de deixar só pro final da temporada, sr. J. J., que esta estratégia já tá batida demais!

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

[REVIEW] Fringe s02e02 - Night of Desirable Objects

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Na verdade esta é uma cena do final.
Mas eu não me importaria se o episódio começasse assim =P

Depois de uma estréia de temporada um tanto frenética na quantidade de informações e mistérios atirados na nossa cabeça, a equipe de roteiristas da série optou pela habitual "esfriada" característica de episódios posteriores àqueles mais bombásticos.

Mas, felizmente, isto não representou um grande problema. Apesar da história mais "calminha", digamos assim, foi um episódio que não ignorou os principais fatos apresentados no anterior, o que já é um bom sinal, especialmente praqueles, como eu, que já estão acostumados com Lost, onde nos apresentam um episódio cheio de revelações que têm potencial pra influir significativamente na trama, só pra, no episódio seguinte, tudo aquilo que foi apresentado não surtir o menor efeito.

Por exemplo, houve a inevitável retomada da questão envolvendo o transmorfo que se faz passar pelo Agente Charlie, dando agora uma de bonzinho, e até se oferecendo pra ajudar Olivia a se lembrar do que aconteceu no misterioso encontro que ela teve no outro universo com sabe-se lá quem, enquanto no episódio anterior ele estava disposto a matá-la. O que nos faz pensar no que fez o "homem-invisível" que opera a máquina de escrever do outro lado do espelho mudar de idéia com relação a seus planos envolvendo Olivia. Óbvio que uma hora isto vai dar merda, resta saber exatamente quando. Mas, só a tensão criada pela expectativa disto acontecer já faz vale a pena acompanhar os próximos episódios.

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Walter e Astrid brincando de carrinho

E pra quem reclamou que no primeiro episódio o Walter não arriscou nem sequer uma teoria pra explicar o que diabos aconteceu com a Olivia durante o acidente de carro, aqui ele apareceu no melhor estilo Dr. Brown tentando reproduzi-lo em versão miniatura, usando um sapinho que remete diretamente a uma das misteriosas imagens de divulgação de Fringe. E, claro, pra quem é fã da trilogia De Volta para o Futuro, ficou na cara que aquela cena foi inspirada em uma vista no primeiro filme, onde o Dr. Emmett Brown tenta explicar pro Marty McFly como ele o enviará de volta para o futuro usando o clássico raio do relógio da torre.

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Dr. Brown e sua clássica maquete "pouco detalhada" do centro de Hill Valley

Outro detalhe que os roteiristas de Fringe vêm explorando muito é a possibilidade de mais personagens além de Olívia, Walter e William Bell terem viajado pra universos paralelos, e especialmente as conseqüências físicas disto. Neste, durante a conversa misteriosa entre Nina Sharp e o Olivia, a primeira deu a entender que seu "câncer" pode ser uma conseqüência de alguma viagem que ela fez para outro universo, o que é uma hipótese válida, se levarmos em conta o estrago que um "mísero" teletransporte entre um ponto do planeta e outro fez com o Robert Jones na temporada passada.

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Agradeça por não ter descolado um cancerzinho

No caso de Olivia, a garota ganhou superaudição. Se este é apenas um de outros poderes que irão se manifestar, só o tempo dirá, mas não duvido nem um pouco que haja mais, uma vez que na temporada passada, graças ao teste que Jones aplicou-lhe, Olivia demonstrou algum tipo de controle de objetos pela mente, apagando as luzinhas daquele aparelho estranho.

E mais uma vez Peter mostrou que está mais disposto a "pôr a mão na massa", ao invés de ficar apenas tentando dar algum sentido às explicações de Walter. Desta vez saiu à caça de informações de casos de desaparecimento semelhantes ao de Olívia.

Quanto ao novo personagem, Sam Weiss, não há muito o que ser dito por hora. Apenas que parece ser mais um daqueles que sabem mais do que aparentam. Achei estiloso ele cuidar de uma quadra de boliche, mas só. Resta-nos aguardar outras participações.

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Sim, eu sei que sou estiloso.

Já o caso apresentado no episódio não me chamou muita atenção. Mais um "monstro da semana" criado por um cientista num momento de obsessão e loucura. Nada que já não tenhamos visto em inúmeros episódios de Arquivo X, ou mesmo em Supernatural.

Mas, a média final foi boa. Foi um episódio onde os roteiristas souberam equilibrar muito bem informações mitológicas com as do caso investigado, o que já é outro bom sinal de que estão dispostos a acertar mais nesta temporada do que na anterior. Amém a isto!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

[REVIEWS] Fringe e FlashForward: um retorno e uma pré-estréia

ATENÇÃO: o post abaixo está lotado de SPOILERS!

Um alô para nossos leitores. Essa é uma ocasião especial, além de ser a estréia da segunda temporada de Fringe, temos a pré-estréia da ótima FlashForward. Resolvemos então fazer uma resenha em conjunto. Esperamos que apreciem.

Pra facilitar suas vidas, destacamos os trechos escritos pelo Rodrigo em
azul, enquanto os comentários do Kasul estão em verde.


Fringe s02e01 - "A New Day in the Old Town"


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E finalmente chegou a 2ª temporada de Fringe! Depois de uma 1ª temporada que começou muito bem, deu uma ou outra deslizada em sua primeira metade, mas daí pra frente só foi melhorando até o excelente season finale que apontava pra um caminho cheio de possibilidades, a série volta com tudo, e ganha novos rumos.

Não podemos aqui deixar de comentar um pouco dos momentos marcantes do final dessa primeira temporada. Encontramos Walter num pequeno cemitério. Descobrimos que o túmulo para o qual olha pertence a seu filho Peter, morto ainda criança. Então quem é o Peter que participa da trama? Minha hipótese é que, de alguma forma, Walter o tenha trazido de outra dimensão, para substituir o filho morto. Isso explicaria sua constante preocupação com a saúde dele e também as citações de gostos do filho que não mais correspondem à verdade.

Outro ponto marcante do final foi Olivia se encontrando com William Bell. Explícita a forma como deram a entender que estavam numa outra realidade, primeiro dando um close no jornal, onde uma notícia já colocava Obama como presidente, ficando assim clara a data atual, e logo após, as Torres Gêmeas ainda intactas.

Se a minha preocupação durante esses meses de espera era a forma com que os roteiristas lidariam com a "abertura" de caminhos proporcionada pelo final da temporada anterior, este primeiro episódio veio como um grande alívio. Tudo que havia de melhor em Fringe estava lá, e muitos dos pontos negativos da primeira temporada começaram, aos poucos, a serem consertados.

O episódio tem início imediatamente após um acidente envolvendo dois carros. Um desconhecido sai de um dos veículos cambaleante, andando desorientado pelas ruas de Manhattan, até conseguir entrar num prédio, matar um homem e, com a ajuda de um aparelho estranho, assumir a forma do sujeito! Logo nesta cena começa uma série de citações a uma das principais fontes de inspiração de Fringe. Na TV do apartamento onde se encontravam passa uma cena de Arquivo X, focando o inesquecível casal de agentes do FBI, Fox Mulder e Dana Scully.

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Desta vez a verdade está mais "lá fora" do que você imagina, meu caro Mulder.

Partimos então para a abertura do episódio. Os mais atentos notaram que todas as palavras que aparecem durante a apresentação foram trocadas. Agora somos bombardeados com frases como Universos Paralelos, Poder Extra Sensorial, Protociência, Mente de colméia (ou coletiva), entre outras. Será isso uma dica de coisas que poderemos ver nesta temporada?

Não demora muito e já somos apresentados à nova personagem do elenco fixo da série, a agente Amy Jessup, uma gracinha que é intimidada pelo agente Broyles a fim de que ela desista de ir mais a fundo no caso em que se meteu.

Outro destaque, pois essa agente não parece ter entrado no meio dessa confusão por acaso. Dá a entender que sabe muito bem onde está e o que quer fazer. Mas suas verdadeiras motivações ainda são um mistério.

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Tá, eu vou ouvi-lo com essa cara de quem tá com muito medo,
mas não darei a mínima pro que me pediu.

Como se as coisas já não tivessem começado suficientemente estranhas, descobre-se que o outro carro é de Olivia Dunham, embora ele não traga o menor sinal de que ela esteve ali, até que Walter Bishop vai lá dar uma fuçada no veículo que, do nada, começa a funcionar, e "cospe" a agente de dentro dele, através do parabrisa!

E os mistérios seguem um atrás do outro! Olívia é por um tempo considerada clinicamente morta, mas não demora a acordar falando uma frase misteriosa em grego, além de dar a entender que há uma ameaça contra o mundo inteiro chegando no horizonte, e que antes do acidente tinha um encontro decisivo com alguém. Atormentada, atordoada e paranóica ela soa como uma personagem bem mais interessante do que vinha sendo na primeira temporada.

Mais tarde somos apresentados à possibilidade do transmorfo ser um soldado de outro universo, que por sua vez é uma idéia MUITO parecida com o conceito de espiões que podiam assumir a forma de qualquer pessoa, usados na 2ª temporada de Alias, que por sinal foi a melhor de todas (de repente um sinal de que este também será o caso de Fringe?).

E que tal um espelho que mostra um universo paralelo?! Ou ainda uma máquina de escrever que "capta" mensagens datilografadas em sua contraparte de outro universo?!

Legal destacar aqui que toda a “super tecnologia” usada em Fringe é construída de modo bem rústico. Nada de hologramas, lasers ou outras coisas digitais e “futurísticas”. Mesmo as máquinas que fazem as coisas mais esquisitas como o teletransporte, ou atravessar paredes, demandam um esforço grande para serem produzidas e utilizam apenas material , por assim dizer, comum. A comunicação entre as realidades é feita com uma simples máquina de escrever. Note-se a máquina de transformação usada pelo soldado, um aparelho com um interruptor muito antigo, e que ainda necessita que uma parte com pregos sejam enfiadas no céu da boca do sujeito... Mas tudo isso é bola dentro por parte dos criadores, que trazem todas essas coisas surpreendentes para termos mais plausíveis, ou o que costumamos chamar de pseudociência.

Mais tarde no episódio, Arquivo X torna a ser quase explicitamente citada durante a audiência de Broyles em Washington, quando o comitê de investigação menciona a "designação X" referente a casos inexplicáveis do FBI. O que demonstra o senso de justiça que os roteiristas de Fringe possuem, tornando ainda mais claro que a intenção deles não é plagiar, mas inovar no uso de algumas das idéias apresentadas ao longo das 9 temporadas da série de Chris Carter.

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Essa só veio pra cá porque achei ela uma gatinha. Especialmente quando ela diz:
"Ele é de outro universo, cara!" Pelo jeito como ficou, até parece que teve um orgasmo na hora

E já que falamos do Broyles, descobrimos neste episódio que ele já foi um militar com a patente de Coronel, e que tem um caso com Nina Sharp, a "garota propaganda" da Massive Dinamic! Até onde estas informações serão relevantes pra trama, só o futuro dirá.

John Noble continua mostrando a cada episódio que é um grande ator, alternando com facilidade entre cenas cômicas, tensas e dramáticas. A empolgação quase infantil de Walter Bishop diante da permissão do filho em fazer algo que desejava muito é um dos muitos pontos que contribuem para o grande carisma do personagem, talvez o mais querido do público.

Pessoalmente, ele é o meu personagem favorito nesta série. (o que não é nenhuma grande surpresa, já que um dos pontos negativos de Fringe é a falta de mais personagens carismáticos, a começar pela Olivia)

A cena em que ele faz uma autópsia ao mesmo tempo em que supervisiona Astrid enquanto ela prepara sua receita de pudim é ótima!

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"Mistura bem essa massa enquanto eu cuido do "presunto" aqui!"

Peter Bishop também se destaca, se tornando ainda mais atuante na história, e tomando atitudes que apontam pra uma participação mais importante do personagem nesta temporada.

Já tava na hora né? Peter sempre me pareceu um personagem de grandes possibilidades, mas andava meio ofuscado pela trama até então. (adorei a cena final dele com o Broyles, mostrando quem dá as cartas agora)

O mesmo valendo pro Agente Charlie, interpretado com competência por Kirk Acevedo, que soube aproveitar sua chance de mostrar um pouco mais de seu talento. Sinal de que os roteiristas estão dispostos a explorar mais os coadjuvantes nesta temporada (vamos ver se a Astrid desta vez ganha um "background" mais elaborado).

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Momentos finais de Charlie antes de seu futuro tornar-se sombrio

O episódio termina com uma seqüência de ganchos promissores a serem melhor desenvolvidos no decorrer da temporada. Sendo um dos mais intrigantes, na minha opinião, a cena em que Amy começa a relacionar os casos já investigados pela Divisão Fringe a passagens da Bíblia (!). Vamos aguardar o que sairá disto.

Resumindo, um excelente episódio de estréia, que chegou a ser melhor que o episódio piloto, pela quantidade de possibilidades criadas para a série, o que já era de se esperar por tratar-se de um roteiro escrito por J. J. Abrams, e Akiva Goldsman, este último também cuidando da direção. Que este nível se mantenha nos próximos!

E, o mais importante, a vaca está de volta! hahaha


FlashForward s01e01 - "No More Good Days"

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E a série que é a mais nova tentativa de encontrarem uma substituta pra Lost (que daqui a pouco termina) começou muito bem!

Nota aos leitores: segue abaixo resenha muito bem feita pelo Rodrigo. Vou me limitar a alguns comentários irônicos durante o texto.

Com elenco e produção de primeira, FlashForward já começa a história do ponto em que Los Angeles está mergulhada no caos instaurado pelo evento global que ocorre simultaneamente a todos os seres humanos. Dá um gostinho de quero mais, numa cena que lembra MUITO a abertura de Lost (personagem acorda desorientado num cenário posterior a um grande acidente, e encontra pessoas apavoradas, gritando, pedindo socorro...), mas logo trata de dar uma "esfriada" no telespectador, voltando algumas horas no tempo pra mostrar onde cada personagem estava antes de tudo ocorrer.

Assim, conhecemos um pouco da vida do casal principal, Mark e Olivia Benford. Ele, interpretado por Joseph Fiennes (o "Shakespeare Apaixonado"), um detetive que anda tendo problemas no casamento, graças à sua condição de ex-alcoólatra. Ela (papel de Sonia Walger, a Penny de Lost, uma delícia de mulher! ai ai...), uma médica que está fazendo de tudo pra salvar seu relacionamento com o marido, como, por exemplo, deixando bilhetinhos irônicos pra ele aprender a tomar jeito.

E olha o estereótipo! Os jardineiros deles são latinos... serão imigrantes ilegais?
Tá, eu não acho a Sonia Walger isso tudo não, se é para falarmos de gostosas vindas de Lost, de começo podemos citar a ... Ops, vamos voltar pra resenha... (algo naquela mulher me provoca muito... acho que é aquele sorriso meio torto dela)

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"Ser ou não ser... Ooops! Personagem errado!"

Os dois têm uma filha chamada Charlie (Lennon Wynn), que até o momento se mostrou apenas como uma daquelas menininhas loirinhas, coradinhas, de vozinha e jeitinho cutie, embora seja dela uma das melhores frases do episódio de estréia ("Sonhei que não há mais dias bons"), que por sua vez é o título do mesmo.

Creepy... lembrei dessas menininhas de filmes de terror agora.

Ainda temos Demetri Noh (John Cho), parceiro de investigação de Mark, que o acompanhava quando as mentes de todo o planeta se apagaram, bem no meio de uma perseguição a uma mulher suspeita de financiar atos terroristas (o que, obviamente, é o mote pra ser a primeira culpada pelo evento).

Também conhecemos Aaron Stark (Brian F. O'Byrne), padrinho de Mark no AA, que teve sua filha morta no Afeganistão há dois anos, e ainda procura uma forma de enfrentar a perda, sem mergulhar novamente no vício.

À beira de uma praia encontramos Bryce Varley (Zachary Knighton), médico e colega de trabalho de Olivia, que passava por uma fase péssima em sua vida, chegando ao ponto de tentar suicidar-se pouco antes de também apagar com o resto do planeta.

Vai ter sorte assim lá na pqp... (enrolou demais pra puxar o gatilho)

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Mais um pretenso suicida cagão que não deu conta de ir até o fim.
Pfff!

E por fim Nicole, a babá de Charlie (Payton List), que não pensa duas vezes antes de ligar pro namorado pra darem uma trepada no sofá do casal Benford enquanto a garotinha tira um cochilo no quarto.

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Ela adora dar 'umazinha' em dias de caos global! ^.^

Há outros personagens além destes, obviamente, mas que não ganharam tanto destaque no episódio, o qual deixou bem claro que ainda há muito o que falar deles.

Quando voltamos ao ponto em que o episódio teve início somos apresentados à série de conseqüências do evento que botou toda a humanidade pra dormir durante exatos 2 minutos e 17 segundos, tempo em que todos se viram 6 meses no futuro, exatamente no mesmo dia, 29 de abril de 2010.

Mas antes de mergulhar fundo no mistério da natureza do fenômeno, há a preocupação de mostrar como o mundo foi afetado durante um tempo tão curto em que a Terra, literalmente, parou.

Como o foco da história é Los Angeles, vemos a cidade num estado totalmente caótico. Carros acidentados em praticamente todas as ruas da cidade, incêndios, pacientes de hospitais mortos antes de intervenções cirúrgicas, helicópteros que se chocaram contra prédios quando seus pilotos "dormiram" em pleno vôo, dezenas de banhistas mortos por afogamento nas praias quando perderam a consciência, saques em várias lojas da cidade.

E não demora muito pros personagens descobrirem que não aconteceu só ali.

Notícias pipocam a todo momento nas TVs: Incêndios próximos à Torre Eifel! Mortes em massa em Hong Kong! 877 acidentes aéreos somente nos Estados Unidos!

No Brasil deve ter voltado o caos aéreo... mas ae logo vem uma ministra e diz pra relaxar e gozar... (provavelmente é o que ela estava fazendo no momento do apagão)

O mundo inteiro fica paranóico com a possibilidade de acontecer de novo, e tudo ficar ainda pior.

Que nada, é só uma marolinha... (Pegadinha do Malaaandro!!!)

E quando começam a surgir relatos do que cada um viu em seu futuro daqui há 6 meses, tem início os mistérios! (Oh, YEAH, BABY!)

Aparelhos de ressonância magnética usados em pessoas que tinham seus cérebros examinados no momento do acidente registraram uma atividade altíssima no hipocampo, o "centro da memória", fato que só acontece quando estamos acordados, indicando que não se tratava de sonhos ou ilusões tudo aquilo que as pessoas viram.

Com o clamor geral por uma explicação sobre a origem do fenômeno surge uma idéia: postar os relatos das visões de todos em jornais de circulação nacional nos Estados Unidos. E também criar um site mundial onde todos possam postar suas experiências, a fim de cruzarem referências, e criar conexões entre elas, para que se chegue a algumas respostas.

A mulher suspeita de terrorismo se vê no meio de uma tempestade, onde cavalos correm assustados.

Mark se vê sozinho, 6 meses no futuro, em seu escritório. Está apreensivo, voltou a beber. Observa febrilmente uma parede cheia de anotações sobre o Caso Mosaico, no qual ele tenta reunir o máximo de informações possíveis das pessoas que tiveram flashforwards a fim de chegar a uma resposta. De repente aparece um sujeito mascarado e armado claramente sem boas intenções.

Com três estrelinhas tatuadas no antebraço...

Charlie tem um pesadelo onde "não há mais dias bons."

Olívia se vê amorosamente envolvida com um homem que nem sequer conhece.

Bryce recupera seu gosto pela vida, quando vê que ela mudou pra melhor no futuro.

Aaron se vê diante da filha que estava supostamente morta.

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"Whoohooo! Finalmente vou ter um flashforward!"

Mais tarde Olívia recebe o garoto Dan no hospital, vítima de um dos muitos acidentes ocorridos no momento do apagão. Quando ela o conforta dizendo que vai ficar bem, pra sua surpresa, antes de ir pra sala de cirurgia, ele responde "Eu sei, Olívia", sendo que ela nem o conhecia (!).

Logo descobrimos que Dan é filho de Lloyd, que estava em Stanford durante o flash forward global, o qual, por sua vez, é o homem com quem ela se viu envolvida em seu futuro (informação que Olivia ainda desconhece).

Como se todo esse mosaico de premonições não bastasse, Demetri reaparece como o único até o momento que diz não ter passado por flashfowards, e desconfiado de que isto significa que estará morto quando 29 de abril chegar.

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"Pô! Eu também queeerooo! >.<"

E pra fechar, temos um ótimo gancho que nos apresenta a figura misteriosa do único ser humano até então conhecido que permaneceu acordado durante o flashforward.

Já temos os possíveis suspeitos: Peter de Heroes ou Neo de Matrix... (vai dizer que na hora que ele olhou pros dois lados vocês não pensaram que ele olharia pra cima e sairia voando? =P)

Bom, acho que deu pra notar que a intenção é investir no público que curte séries dramáticas de suspense com toques de sci-fi e paranormalidade (meu caso, obviamente).
Opa! o/ (1, 2, 3! Baila salsa e merengue, Maria! Foi mal, não resisti! ^.^'')
Bem produzida, bem escrita, e com um elenco variado e talentoso, FlashForward tem tudo pra ser uma série instigante daquele tipo que deixa o telespectador com os olhos grudados na tela do início ao fim do episódio, e louco para que a próxima semana chegue.

Alguém falou de 24 Horas?
(que por sinal teve uma 7ª temporada excelente)

É sempre bom ser pego de surpresa, e sentir arrepios de ansiedade diante de uma história, e felizmente foram estas as reações que este episódio despertou em mim. E que continue assim!