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terça-feira, 27 de julho de 2010

[TRAILER] Sucker Punch

Mulheres, armas, dragões, robôs samurais GIGANTES..! Tem como dar errado?


2011 já será interessante.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

[QUICK POST] Momento Sprite - As coisas como elas são

Clique para ampliar

Se alguem souber o site onde são publicadas essas tirinhas, agradeço

domingo, 1 de novembro de 2009

[TOP 5] As mulheres feias mais lindas do mundo


Não, vc não leu errado e nem eu escrevi errado... ok, talvez tenha escrito, tentar enlouquecer o Rodrigo ao não passar corretor ortográfico nos textos é uma forma de pagamento válida pra mim. Mas onde eu estava mesmo? Ah sim, pessoas feias.

Entenda, quando eu digo pessoas feias, eu quero dizer pessoas feias MESMO. Pessoas que nem maquiadas hollywoodianamente ficam bonitas. Pessoas mais feias que paraguaio baleado, mais feias que indigestão de torresmo, mais feias que sapato de padre, mais feias que tombo de mão no bolso, mais feias que... bem, acho que deu pra entender.

Entretanto apesar dessas pessoas serem irremediavelmente feias, no conjunto da obra elas acabam ficando... lindas. Não, não estou falando do efeito Raimunda ou qualquer droga residual que o axé dos anos 90 plantaram na sua cabeça, estou falando de pessoas feias mesmo que são lindas. Dúvida? Então checa só o nosso TOP 5

5 - Sarah Jessica Parker
Talvez o nome não lhe seja familiar, é a Carrie de Sex and the City. Sinceramente, eu não gosto de Sex and the City e não poderia me importar menos em quem a Carrie é ou deixa de ser.
De igual forma seria com Sarah, que alem de não ser bonita sequer é jovem e acredite, a foto acima é uma das suas MELHORES fotos.
Nariz fino, bochechas secas fr0m h311, testa grande, não tem lá muito peito, não dá pra dizer que ela seja bonita, realmente não rola. MAS, olha o nosso MAS aí, Sarah tem alguma coisa... acho que por parecer a Jenifer Aniston daqui a 20 anos, que alem de ser uma das mulheres mais lindas do mundo com certeza é a que transmite maior simpatia e carisma de Hollywood, bem, de alguma forma não dá pra dizer que ela não é bonita e com mais certeza ainda não dá pra dizer que é uma MILF que vc queria fora da sua lista de pessoas a comer.

...

... quer dizer, vc tem uma, certo? Hã, todo mundo tem uma, não? Seja como for...

4 - Sheryl Crow
Não há nada que eu possa dizer sobre Sheryl Crow que a foto acima já não diga muito melhor
Bochecas = FAIL
Sorriso = EPIC FAIL
Peitos = OMFG A SHIPMENT OF FAIL!!!

Não tem muito como discordar disso, como eu já disse. Ok, ela é feia.
Mas ao mesmo tempo, sério que ela não é bonita? Sério mesmo? Pois é, né?
É, foi o que eu pensei

3 - Clea Duval


Ao contrário de todos vocês bichinhas e marinheiros que estão me lendo, eu não conhecia a Clea de Heroes (sim, a agente do FBI que anda com o Matt na primeira e única temporada, lembra?). Clea e eu nos conhecemos de longas madrugadas insones jogando WoW com a TV ligada nas séries do SBT (que ao menos naquela época tinha séries fodas bagaraio). Carnivalle passava bem tarde, mais ou menos naquela hora que todo mundo já foi dormir e vc fica arrumando uma ultima coisinha na Auction House ou na sua caixa de correio.

Mas voltando a Clea, o que diabos é isso afinal? A filha perdida do Michael Jackson e da Sandra Bulloc?!? Um traveco? Eu nunca conheci ninguém com mais cara de machorra (como minha mãe se referia a femea alfa da relação sapatistica) do que ela, ok, talvez a Xena, mas enfim.

Então, olhe bem nos meus olhos de emoticon e diga sinceramente que ela não é feia: O_o
Agora, olhe bem nos meus olhos de emoticon e diga sinceramente que ela não é bonita: O_o

Tricky, huh?

2 - Marimoon

Se por algum motivo inesperado do destino e das leis da fisica Deus não só exista como na eventualidade de existir ele goste de vc, talvez na sua casa não pegue MTV. E se vc tiver realmente mais sorte ainda, então talvez nem faça idéia de quem seja Marimoon, praticamente a Boxxxy Tupiniquim (sim, cada grotão tem a musa que merece)

Vamos lá: Marimoon era uma otaka-emo que ficou infinitamente popular no seu fotolog pq vendia beijos na AnimeCon (ou AnimeFriends, uma porra dessas assim) para gordos perdedores que nunca vão encostar em uma mulher sem ter que pagar por isso (como deve ser a ordem natural das coisas). Seja como for, a MTV querendo se mostrar antenada com a mocidadis, cooptou essa musa da interwebz brasileira para seu quadro de Vergonhas Jocosas, vulgos VJs.

Tirando o fato de que ela é uma completa retardada (sério, ela se diz comunista mas tem uma lojinha em seu site, se diz vegetariana mas usa botinha de couro e daí pra baixo), o que tem de errado com essa guria? Bem, várias coisas. Várias.

A primeira é que ela é infinitamente desengonçada. E quando eu digo desengonçada eu não digo uma garotinha atrapalhada, isso é extremamente adoravel, eu digo desengonçada como a Alice, a Grande que era apaixonado pelo Popeye

Acho que isso cumpre minha cota de referencias bizarras por hoje

Então, imagine Alice, a Grande, com um nariz do mesmo tamanho, com menos peito ainda, vestida como emo e com cabelo azul. Isso é Marimoon pra você. Quer dizer, por qualquer angulo que se olhe, é uma figura absurdamente bizarra, não? Definitivamente, se vc parar pra pensar sobre isso, Marymoon é uma pessoa feia.

Mas...
Não é uma feia linda?

E O PRIMEIRO LUGAR VAI PARA... A FEIA MAIS LINDA DO MUNDO É...
TCHÃNÃNÃAAAAAAAAN...

SÓ PODIA SER!

1 - GOGO YUBARI

É claro!
Vai dizer a única unanimidade interplatenária dessa lista, é só dizer pra qualquer um: "pense numa pessoa feia que é linda" e se a pessoa ainda sim não pensar em ninguem, use-a como exemplo. UNANIMIDADE, to te dizendo!
A guria é feia pra caralho, é mais feia que cusco rengo tentando pentear manga, mais feia que briga de foice no escuro, mais feia que pinto depois de suruba, mas...

... linda demais, vai dizer?

domingo, 11 de outubro de 2009

[RESENHA] Flashforward s01e03 - "137 Sekunden"

Este terceiro episódio veio pra nos oferecer algo que eu já torcia para que fosse inserido na trama de Flashforward: abrangência. Já estava na hora de darem com um pouco mais de destaque às conseqüências do apagão ao redor do mundo. E como o título do episódio sugere ("sekunden" significa segundos em alemão), parte de sua história muda o foco para Munique, numa prisão de segurança máxima, de onde parte a mensagem de Rudolf Geyer, um prisioneiro ex-nazista, que alega ter pistas sobre a origem do apagão.

Aliás, a primeira seqüência passada em Munique lembrou MUITO Prison Break, não só pelo fato de se passar em uma penitenciária, mas pelo comecinho da música que a encerra, que também remete à trilha sonora da série da Fox. O que me fez pensar se foi mera "coincidência", ou um tipo de homenagem (embora eu ache esta última hipótese menos provável, já que são produções de canais diferentes).

Mas, antes de falar um pouco mais sobre o assunto principal deste episódio, prefiro comentar seus outros pormenores. Por exemplo, o caso do pobre Demetri, que tá encucado desde o início da série com o lance de não ter visto nada quando perdeu a consciência. Se até agora a hipótese mais forte era de que ele estará morto antes de 29 de abril de 2010, agora temos (mais) uma informação conflitante, com a chegada cercada de expectativas (minhas, pelo menos) de Zoey, sua noiva.

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Os pombinhos se encontram e mais mistérios surgem

Eu já estava achando muito estranho que Demetri tivesse falado com ela por telefone depois do apagão, e a tal não ter nem sequer dado a entender que viu um futuro sombrio para o seu relacionamento. Com a sua entrada na história a situação de Demetri se torna mais complexa. Enquanto a mulher misteriosa, que reapareceu no início do episódio pra botar mais lenha na fogueira de mistérios de Flashforward, afirma que viu um relatório do FBI confirmando seu assassinato em 10 de março de 2010, Zoey aparece com a história de que se viu casando com o agente. Qual está certa?

Por hora eu não descarto a hipótese de que vai dar algum rolo envolvendo a investigação em torno do apagão, e o agente forjará sua própria morte. De repente ele resolve cair fora quando o negócio começar a ficar feio, e foge com a garota praquela ilha no Havaí onde estavam se casando. Enquanto não surgem mais pistas a respeito, eu fico com esta teoria.

Outra história que se tornou mais complexa é a do Aaron. Se antes ficamos matutando como Tracy, sua filha, ainda estava viva, sendo que ele já havia enterrado os restos mortais da moça, agora temos que lidar com a informação de que o DNA dos mesmos bate com o dela. Mas, duvido muito que vá ficar só nisto, apesar de Aaron parecer que desistiu de sua busca. Quase certeza que logo teremos novas pistas sobre seu flashforward. Aposto no surgimento de (mais) uma figura misteriosa, que o abordará, trazendo informações sobre o paradeiro de Tracy, ou mesmo uma ligação, ou alguma carta escrita pela própria filha. Mas, espero ser surpreendido nesta também.

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Ele não sabe mais em que se agarrar.

Dos pequenos detalhes da trama, vale destacar o presidente da companhia aérea voando a base de uísque a fim de recuperar a confiança dos passageiros nos vôos comerciais, depois de milhares de aviões terem se acidentado em todo o mundo durante o apagão. É uma daquelas informações que não acrescentam muito à história, mas que ganham meu respeito pelos roteiristas, pois é sempre bom ver esse tipo de dedicação em enriquecer o contexto da trama.

O mesmo vale pra conversa descontraída entre Mark, Janis e Vreede, lendo relatórios de outras agências de inteligência ao redor do mundo, e suas teorias sobre a origem do apagão.

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"Então a Terra peidou e nós apagamos?"

Mas, voltando ao destaque do episódio, Mark é obrigado a enfrentar um dilema, sendo forçado a decidir entre dar a liberdade a um homem responsável pela morte de milhares de judeus, e assim ter acesso a mais uma pista, ou deixar o cara apodrecendo lá até a morte, e com isto talvez perder uma informação importante pra sua investigação.

Claro que depois de debater muito com Janis sobre a moralidade e a justiça envolvidas na questão, e um discurso sobre o bem de muitos contra o sacrifício de "poucos", Mark acaba cedendo. E tudo que ele ganha é algo sobre corvos morrendo no momento do apagão.

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"Sim, enrolei vocês direitinho. Hehehe."

(cabe aqui um parêntese sobre o quanto eu tô me apaixonando pela Christine Woods, que interpreta a Janis. Adoro o jeito às vezes "tô de boa" e em outras "ah, como eu queria voar no pescoço desse sujeito" e aquele olhar de "who gives a damn" que ela usa, o que a tornou uma das minhas personagens preferidas da série. Enfim, uma mulher e tanto)

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Me Wants!! =P

Parecia boba a informação até que tentam conectá-la a algum fato ocorrido no mundo semelhante ao mesmo e... Temos o melhor final de episódio de Flashforward até então! É o tipo de desfecho que nos deixa com a pulga atrás da orelha, loucos pra saber o que aquilo significa.

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Mas hein?!!

Foi um experimento isolado? Um teste antes da coisa ser "aplicada" no mundo inteiro? Ou só um "fenômeno sobrenatural" que alguém entendeu como funcionava e o reproduziu?

Sinistro demais! E mais um motivo pra continuar acompanhando esta série que vem me agradando muito!

Algo me diz que Ganwar será a próxima parada na busca de Mark pela verdade por trás do apagão.

Vejamos o que "Black Swan" nos reserva. Até a próxima semana!

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

[OPINIÃO] Japão, a morte de uma nação



Se você é um nerd solitário, certamente que você sabe o que é um dating sim.
Se você é um nerd solitário com muito tempo livre (o que é uma certa redundância, mas ok), e usualmente você o terá, então com certeza é mais íntimo de algumas histórias de dating sims do que da vida de uma pessoa de verdade.

É triste, é patético, de certa forma deprimente, e de muitas formas constrangedor, mas primeiramente é necessário explicar um dating sim para as pessoas normais. Resumidamente, dating sim é uma espécie de simulador de vida. Aparece os textos, textos, textos, textos e mais textos, e volta e meia você tem que fazer alguma escolha.

Nem todas as cenas são ilustradas, a grande maior parte é apenas descrita, então imagine como um tipo de livro com trilha sonora. Às vezes as escolhas influenciam no resultado final, às vezes apenas nos próximos diálogos.

Se você leu essa descrição e considera a possibilidade de saber mais sobre esse mundo, parabéns, você não tem vida social. Mas continuando, sobre o que é esse tipo de jogo?

Bom, essa é fácil de responder.
Imagine que você é um adolescente ou adulto japonês (embore se aplique de forma geral a losers ocidentais) sem nenhum acontecimento interessante na vida, sem grandes amigos, o mais perto que você chegou de uma garota na sua vida foi na lista de chamada no colégio. Sobre que tipo de história você gostaria de ser protagonista? Obviamente, sobre uma vida que você gostaria de viver. E provavelmente essa vida envolve garotas (algo completamente fora da sua realidade), e uma aventura ou acontecimentos relevantes.

Dentro desses parâmetros, existe uma infinidade de roteiros possíveis: desde invasão de aliens antropomórficos (incluso, mas não restrito a, catgirls, doggirls, bunnygirls...), ou simplesmente herdar um pensionato feminino para gerenciar, ou ganhar uma enfermeira/empregada de presente.

Seja como for, você de um zé-mané sem futuro passa a ser alguém que você teria orgulho de ser na vida real, e como brinde um harém de garotas apaixonadas por você para você escolher (conforme suas escolhas no jogo).

Deve-se observar que as garotas não são simples garotas comuns e humanas, mas sim seguem um padrão de estereótipo ao gosto do freguês (desde a irmã adotiva de saúde frágil à atleta gostosa pacaraio, complexada por não se achar feminina, cada uma adorável ao seu próprio modo). Com alguns anos de experiência você aprende a identificar esses estereótipos em poucos segundos.

Esse tipo de jogo movimenta uma industria milionária no Japão, e não é segredo entender o por quê. Se você é um cara sozinho, que vive apenas para o trabalho/estudos, como dizer não à fantasia de ter uma amiga de infância apaixonada por você, ou ter sua própria catgirl empregada?

Obviamente esses jogos possuem cenas de sexo (com as censuras estranhas das leis japonesas), porque esta também é uma parte importante da vida que o público-alvo não possui. Mas por experiência própria, e pelo constatado em fóruns, ao contrário do que uma pessoa saudável pensaria, esse não é o maior atrativo do jogo. Você não joga um jogo desses para ver desenhos hentais (existem meios muito mais fáceis e rápidos de tal). A carência (e o ponto loser da coisa toda), é muito mais profundo do que isso.

Eu não acho que esse tipo de jogo seja um problema, e alguns têm histórias que realmente valem a pena serem lidas, e realmente despertam empatia pelos personagens (o que é particularmente loser da minha parte, mas azar).

O que eu acho realmente errado é um mundo onde tantas pessoas vivam essa subvida triste e carente. Nenhum ser humano deveria viver dessa forma.
No Japão o governo já considera um problema de saúde publica realmente relevante esse tipo de comportamento, e o índice de jovens adultos e adolescentes sem praticamente nenhuma vida social (tem uma palavra para esse tipo de comportamento, mas me escapa agora) é alarmante. E quando eu digo nenhuma, é nenhuma mesmo: o cara trabalha pela internet, vive de tele-entrega, não tem amigos, e mulheres de carne e osso na sua vida são tão reais quanto personagens de anime.

Aliás, lembrei do termo:
hikikomori.
Incapazes de seguir o frenético ritmo de vida do país, no Japão existem cerca de 1 milhão de adolescentes ou jovens que sofrem de hikikomori - comportamento causado pela reclusão ou isolamento. Esses jovens vivem por sua própria vontade trancados em suas casas ou quartos durante anos.

Normalmente o problema começa na adolescência, após enfrentar casos de ijime (maus-tratos na escola) ou falta de adaptação devido à pressão social que existe no Japão para não transgredir as regras sociais, disse Mami Iwamoto, diretora de um centro de reabilitação para vítimas de hikikomori em Yokohama (Kanagawa).

Cansados de sofrer pressão de colegas, alguns se encerram em seus quartos ou outros locais da casa, e recusam sair durante um longo período de tempo, que pode durar até anos.

Calcula-se que cerca de 1 milhão de pessoas apresente esses sintomas, mas as causas ainda não estão muito claras.

Da explosão econômica dos anos 70 e 80, o Japão passou por uma crise que terminou há pouco tempo, e agora muitos jovens não se sentem seguros quanto ao futuro quando saem das universidades.

A falta de perspectivas de futuro é um fator, mas o fenômeno hikikomori acontece exclusivamente no Japão, salvo alguns casos na Coréia do Sul.

A rigidez social da cultura japonesa impõe muita pressão sobre os jovens, de quem se espera a excelência nas atividades que executam.

O especialista Tamaki Saito, pioneiro em estudar o tema, culpa em parte o culto à individualidade na cultura japonesa.

O fenômeno hikikomori, que segundo Mami atinge um em cada 40 lares japoneses, está relacionado, em alguns casos, com o fenômeno otaku, palavra que descreve os fanáticos por animes e videogames.

Segundo Iwamoto, alguns jovens reclusos passam o tempo dormindo durante o dia, e jogando games, ou navegando na internet, durante a noite, porque para eles é mais fácil interagirem em um mundo virtual do que no mundo real, onde é necessário fazer esforços.

Como acontece muitas vezes entre os lares japoneses, os pais não forçam os filhos reclusos a saírem de casa, com a esperança de que o mal passe com o tempo.

É comum que a família sinta-se envergonhada com a situação, e esconda o fato do estar sofrendo de hikikomori.

No Reino Unido, o hikikomori foi relacionado também ao termo NEET (Not currently engaged in Employment, Education or Training), que designa alguém que no momento não trabalha, nem estuda, nem se prepara para nada.

Segundo especialistas consultados pelo Japan Times, não se trata apenas do resultado de uma longa crise econômica que atingiu o país nos anos 90. Esse grupo começou a preocupar as autoridades japonesas, que já começam a enfrentar o problema da redução da força de trabalho, em um país que registra uma das menores taxas de natalidade do mundo.

De fato, o Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar pretende construir centros de internação para ensinar os jovens a serem mais disciplinados e interessarem-se pela carreira profissional.

Para a diretora do centro particular de tratamento para hikikomori, Mami Iwamoto, no entanto, não é correto relacionar os jovens reclusos ao grupo NEET, nem tampouco é uma questão de emprego ou profissão.

No centro segue-se um programa de quatro fases no qual a primeira tenta fortalecer as relações dos indivíduos com pessoas da mesma idade. Só depois os internos passam a mudar seu ritmo de vida através de apoio psicológico. No final, os pacientes são conduzidos a um programa de inserção no trabalho, no qual aprendem a conseguir independência econômica.

O problema do Japão, no entanto, vai mais longe ainda. Porque cada dia mais e mais, com exceção do emprego, não se pode apontar GRANDES diferenças entre a vida de um hikikomori e um cidadão saudável e comum. Não, é sério mesmo, the shit goes deeper and deeper!

Segundo a BBC, o Japão é um país que caminha para a morte. O jornalista Robin Lustig especula que as causas sejam a incapacidade do homem japonês de adaptar-se à cultura moderna, e lidar com a atual realidade. As mulheres são mais independentes, e as esposas gradualmente perdem o manto de “segunda mãe”, tão comum na cultura nipônica. As facilidades tecnológicas dos jogos de romance, dos animes, e dos mangás cheios de garotas submissas e perfeitinhas, e o investimento massivo neste mercado de homens solitários – lanchonetes e docerias com garçonetes “fofinhas” submissas, que sentam ao lado do cliente e sorriem estupidamente, são comuns no país – vêm servindo como subterfúgio para a vida real. Por que enfrentar os “perrengues” de um relacionamento real, os altos e baixos de uma vida a dois, se eu posso me sentir querido e especial em Shibuya, e me aliviar à noite com um belo hentai? Este é o pensamento de uma pequena, mas crescente, população de homens japoneses.

No mais famoso fórum anônimo do mundo, o infame 2chan (o 2chan é o fórum japonês equivalente ao 4chan - que é o americano, aí tu consegue medir o tamanho da doença da coisa - a propósito, o do Brasil é o 7chan, se eu não me engano, mas que seja), as declarações dos internautas é um misto de indignação e resignação perante os comentários de Lustig:

- Façam a realidade ser mais interessante que os games, por favor!

- Sim, eu posso viver só de videogames.

- (Não sou eu que não quero lidar com a realidade) É a realidade que não quer lidar comigo, seu idiota!

- Minha namorada (2D) é a Aiko-chan. Ela está sempre disposta a me dar um sorriso, e não se importa se eu estou sem dinheiro, ou esqueço uma data importante. Isso é o que me importa.

- Os comentários dele ( Lustig) são racistas!

- Não sei na Inglaterra, mas os custos e sacrifícios para se casar no Japão, nos últimos 20 anos, se tornaram simplesmente altos demais.

- Estou ocupado demais com meu trabalho para arrumar uma mulher e me casar.

É fácil culpar os jogos e animes. Entretanto, ao meu ver, eles são mais conseqüência do que causa. A verdadeira culpada é a vida expressa dos grandes centros nipônicos. Um trabalhador médio japonês trabalha 12 horas por dia. O intervalo de almoço é de 1 hora, o que torna a volta para casa impossível. Na prática são 13 horas longe do lar, isso sem levar em conta o tempo gasto no trajeto da casa para o local de trabalho. Muitas companhias adotam um rigoroso sistema de metas, que está o tempo todo analisando o desempenho do empregado de modo que – especialmente nestes anos recessivos – se ele tem uma performance abaixo do esperado, a demissão é imediata. É um ambiente de pressão intensa, de correria interminável. Difícil exigir que, ao chegar em casa, haja ânimo para sair com os amigos e flertar com garotas. A fuga é relaxar no sofá, e conhecer mulheres mais simples geradas por um processador.

É triste, apesar de que, para nós ocidentais, pode parecer engraçado, mas os japoneses simplesmente acham “problemático demais” despender energia na construção de um relacionamento. Pesquisa realizada pelo Nikkan Gendai mostra que nos últimos 20 anos o desejo sexual do povo japonês caiu em 40%. Atualmente o japonês é o povo que menos faz sexo no mundo, em pesquisa realizada por divisão da OMS.

A situação entre os japoneses CASADOS também não é boa. Pesquisa do escritório japonês do The Guardian revelou que 26% das mulheres casadas do país não fizeram sexo nos últimos 2 anos! Outro fenômeno comum é o de casais virgens. Isso mesmo, pessoas casadas que, mesmo após vários anos, seguem sem terem intercurso sexual. O governo japonês paga 170 euros (+-500 reais) por mês – durante 10 anos – por cada criança que os japoneses decidem ter. É uma forma de tentar impedir que a população do país míngüe ao ponto de faltar mão-de-obra para a indústria e o comércio.

O fenômeno é tão sério que gerou bizarrices como Voluntários Sexuais para Esposas Abandonadas, e o Serviço de Suporte à Perda da Virgindade.

Eu estou falando MUITO sério! MESMO!

Acho que de qualquer coisa que eu possa dizer ou mostrar, nada é mais prático para entender esse mundinho à parte do que a contracapa do jogo "Yume Miru Kusuri - A Drug That Makes You Dream" (desde a descrição até o título, nada pode ser mais esclarecedor)


I am just an average student, living an average, colorless life. I study, I work my part-time job, I get through my day just like everyone else, trying not to stand out from the crowd. But suddenly, almost before I realize it, the winds of change have blown into my life. They come in the form of three girls, girls who have been around me for some time, but who I never noticed in this way before. They are most definitely not living a colorless life like everyone else in postmodern Japan. They seem to float above society, strangely unaffected by it. Instinctively I know I should avoid getting involved with them, and yet before I know it, my destiny is bound with theirs. Where will it all lead?

E se você acha que isso é o fundo do poço, é porque não viu a nova geração de simuladores de vida que ainda não foi lançado, mas que já está bombando alucinadamente no pré-venda. A Konami está trabalhando no Love Plus, e isso complementa a idéia do tamanho da coisa toda.

O que é o Love Plus?

Bem, vamos lá: a primeira parte do jogo é um dating sim padrão: o jogador corteja algumas garotas, que inevitavelmente se apaixonarão por ele. Ele dá uma boa comida romântica nela, e normalmente é aí que um dating sim termina - só que com Love Plus é exatamente onde ele começa de verdade.

Ok, você tem a guria, e agora? Quer tocá-la na testa, bochecha, braços, curupita via a caneta do DS? Você pode mandar um e-mail pra ela, e falar com ela através do microfone embutido do DS, para estudarem juntos. E que tal levá-la ao cinema? Marcar um encontro? (tudo isso no mundo real) Nada que um acesso à internet não torne possível. Em troca, ela vai se modificando conforme os gostos e desgostos do jogador, e até seu tom de voz muda com o decurso do jogo. Love Plus tem mais de 5000 situações possíveis, 150 ilustrações diferentes, e 25000 expressões vocais. A idéia é REALMENTE você namorar com o seu DS.


Muitos japoneses simplesmente largaram de mão, de uma forma que não pode sequer ser imaginada. Vou te contar uma história, ok? A história de Ryoma Igarashi.

Ryoma Igarashi gosta de dirigir longas distâncias pelas montanhas, tirando fotos de templos budistas, e explorando vizinhanças antigas.Ele começou jardinagem, criando rabanete em um canteiro no apartamento. Até recentemente, Igarashi, um japonês de 27 anos apresentador de televisão, seria considerado efeminado, até mesmo gay. Se fosse só isso, ele é gay e pronto, isso não seria tão grave assim, aliás, sequer seria um problema. O problema mesmo é... que as coisas não são tão simples assim.

Igarashi tem uma nova identidade (e muita companhia entre outros homens jovens) como um dos “soushoku danshi” - literalmente significando “garoto come-grama”. Definidos assim por sua falta de interesse em sexo, e sua preferência por vidas mais quietas e menos competitivas, os “herbívoros” do Japão estão provocando um debate nacional sobre como a estagnação econômica desde os anos 90 alterou o comportamento dos homens.

Jornais, revistas e televisão estão recentemente fixados nos herbívoros. “Teriam os homens se tornado mais fracos?” era o tema recente de um talk show. “Herbívoros não são tão ruins” é o título de uma coluna regular no site japonês NB Online.

Media Shakers, uma companhia de consultoria que é subsidiária da Dentsu, a maior companhia publicitária do país, estima que 60% dos homens de 20 anos, e 42% dos homens entre 23 e 34 anos, consideram-se “herbívoros”. Partner Agent, uma empresa japonesa de relacionamentos, descobriu em uma pesquisa que 61% dos homens solteiros, na casa dos 30 anos, definem a si mesmos como herbívoros. Dos 1000 homens solteiros na casa dos 20 e 30 anos, em uma enquete do site LifeNet, uma empresa de apólices de seguro, 75% se descreveu como “garoto come-grama”.

fobia de relacionamentos dos Come-Gramas (N.T.: que agora me refiro como Herbs) não é a única coisa preocupando as mulheres japonesas. Ao contrário das gerações anteriores de homens japoneses, eles preferem não tomar o primeiro passo, gostam de rachar a conta e não são particularmente motivados por sexo. “Eu passei a noite inteira na casa de um cara e nada aconteceu - nós apenas dormimos!” resmunga uma mulher incrédula em um programa de TV dedicado a Herbs. “É como se algo estivesse faltando neles” disse Yoko Yatsu, uma dona de casa de 34 anos, em uma entrevista. “Se eles fossem mais normais, eles seriam mais interessados em mulheres. Eles pelo menos iriam querer falar com mulheres.”

Se no Século XIX os Samurais largaram as armas - forçados - os japoneses de hoje largaram o pênis: voluntariamente


E você acha que isso é o fundo do poço? Quer dizer, acha que o espírito dos japoneses não pode estar mais quebrado e dilacerado do que isso? Ok, então senta aí e eu te digo que pode. Vou te mostrar onde a água bate na bunda porque chegamos no fundo do poço. E se eu te falar do PUTA MEGA SUCESSO de vendas no Japão, o Tomodachi Collection?

Bem, mulher realmente tem padrões de exigência que beiram o inacessível para alguém sem personalidade forte/tempo/dinheiro/experiência. Entretanto, não é só das “coisas difíceis” que os japoneses estão abrindo mão, e acompanhando esse passo os dating sims evoluíram para “friend sims”. Sim, exatamente isso, o jogo mais vendido do Japão (período: 24/08 a 30/08: 1. DS. Tomodachi Collection [Friend Collection] 83.000) é um “simulador de amigo”.

Imagine uma mistura de Tamagochi com The Sims, e você vai ter uma boa idéia do que é Tomodachi Collection. Eu realmente preciso explicar qual é o problema do jogo mais vendido no país ser um “simulador de amigo”? Não preciso, né? Pois é.

Sim, esse é o mesmo país que nos deu Super Mario World, o Gigante Guerreiro Daileon, samurais e ninjas.

Só de escrever isso eu já me senti deprimido, é uma coisa realmente triste.


Mas o que pode ser feito para salvar esse país amigo, que nunca nos fez nada senão nos brindar com divertidas séries na TV Manchete?

Mudar os valores da sociedade? Num mundo em que o que determina o quanto um homem vale é o quanto ele consegue se impor como caçador? Não vai acontecer.

Mudar o sistema de ensino? Um sistema que não faça vistas grossas ao bullying, assim como considere que o processo de formação psicológica é muito mais importante do que a formação cultural? Não vai acontecer também.

Admitir que algumas pessoas simplesmente não são boas o bastante, e esquecê-las para que apodreçam sozinhas? Hm, isso é o que já está sendo feito, mas algo me diz que não é bem isso que resolve o problema...

Sinceramente, não vejo como resolver esse problema que não é mais apenas japonês, mas mundial. Como um câncer, vejo a cada dia os mesmos problemas e efeitos que destruíram o Japão se alastrando pelo mundo. Hikikomoris não são mais novidade na Coréia do Sul. Nos Estados Unidos não é tão estranho “losers” admitirem que não são bons o bastante para competir pelas fêmeas da espécie, e simplesmente largarem de mão. No Brasil não é de todo indesejado por várias pessoas que lançassem um “simulador de amigo”. De uma parcela calada, sozinha e invisível do mundo, o tipo de pessoa que você nunca saberia o nome no final de contas, a estrutura do mundo como o conhecemos caminha em direção aos mesmos passos que o Japão seguiu, e temo não haver mais volta ...

Muitos especialistas acreditavam que essa destruição dos valores do homem japonês era efeito colateral remanescente da guerra, da humilhação de uma rendição incondicional, e o fato de que, mesmo passados mais de 60 anos, o Japão não possui um exército próprio (o território japonês é defendido por bases americanas, onde não é incomum relatos de abusos de poder, e até mesmo estupros sem qualquer tipo de punição). Mas o fato de que essas características estão se espalhando pelo mundo prova que as coisas não são tão simples assim.

Parafraseando os irmãos Cohen, o mundo está se tornando cada dia mais e mais “no country for weak men”. É um jogo onde todos perdem no final.

Honestamente, da forma como eu vejo as coisasn e como elas estão se desenvolvendo, o Japão hoje é o mundo todo daqui a 50 anos...

É uma bola de neve e eu não vejo solução pra isso.
E tem gente que ainda acha que aquecimento global é que vai ser o problema deste século, noobs idiotas...



sexta-feira, 25 de setembro de 2009

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

[TOP 5] Mulheres que valem a pena


Mulheres, ah, as mulheres...
As mais belas obras da criação ao mesmo tempo que conseguem o título de mais incoerente, instável e vários outros "ins" que você quiser adicionar, sendo que poucos deles são ser realmente positivos.
Como viver sem elas? Como viver com elas?

Reflexões filosóficas a parte, se você já jogou um jogo, assistiu um filme ou acompanhou uma série sabe que como bem disse o pensador:

Existem mulheres que são uma beleza Mas quando abrem a boca, hum, que tristeza! Mas não é o seu hálito que apodrece o ar O problema é o que elas falam que não dá pra aguentar Nada na cabeça, personalidade fraca

Sejamos honestos: se existe uma verdade nesse mundo de poucas verdades absolutas é de que mulheres foram feitas para serem vistas e não ouvidas. Antigamente, até os anos 70 mais ou menos, alguma coisa dos 80, em filmes, seriados e etc (no entretenimento em geral) eles faziam as coisas do jeito certo: via de regra mulheres eram apenas objetos/objetivos belos e de poucas falas.

Aí veio a desgraça do politicamente correto e decidiram que as mulheres deveriam ser levadas a sério, sim, como seres humanos... Então dá-lhe tornar os belos enfeites em personagens fracos e que não acrescentam nada à obra além do que sua boa aparência já acrescentava. Pra quê? Não, sério, qual o propósito? Eis mais um mistério insolúvel pra mim que vai pra junto da questão sobre o destino dos guarda-chuvas.

Eu entendo que é necessário uma criatura de qualificações limitadas para tropeçar enquanto o serial killer fr0m hell se aproxima a passos lentos, mas não entendo por que é necessário uma Sarah Tancredi da vida para cenas melosas de meia hora que não envolvem explosões, boas idéias ou uma combinação ninja de ambos. Enfim...

Mas isso não quer dizer, naturalmente, que eventualmente eles não tenham acertado a mão em algum ponto. Nem toda mulher no mundo do entretenimento é apenas uma peça decorativa, afinal, toda regra tem suas exceções, e isso é verdade tanto para a regra do pão caindo com a manteiga virada para o lado debaixo (existe realmente um meio dele cair de pé, aprendi isso no Mundo de Beakman) e não poderia ser diferente para as mulheres.

Esse TOP 5 é a respeito disso: Top 5 mulheres que valem a pena

5º - Sarah Jeanette Connor (Terminator 2)


Sim, a irmã perdida do Stevie Tyler. Bem, por que ela está nessa lista?

Algumas pessoas são inexoravelmente fodidas. Isso quer dizer que não importa o que aconteça, elas vão se dar mal porque nasceram pra se ferrar. Uns aceitam isso bem, como o Rubinho Barrichelo, outros vão pro inferno mas levam quem podem com eles. Essa é Sarah Connor.

Sarah Connor foi imbuída com um cargo, uma missão quase profética: seu rebento seria o salvador da humanidade quando a internet skynet decidisse que a humanidade não seria mais necessária, Vurska Vurska.

E o que as máquinas fazem para impedir que isso aconteça? Mandam o Arnold Schwarzenneger do futuro pra impedir, e ela é caçada impiedosamente, caçada essa à qual ela sobrevive. Ou seja, ela mandou ver no Arnold (também conhecido como "O CARA QUE SOCA CAMELOS") e se tivesse um Predador na parada ela chutava o rabo com dread-locks dele também.

Mas tudo bem, até aí é só uma mocinha comum, de qualquer forma protegida por um macho alfa. O que ela faz dali pra frente, o que acontece do segundo filme em diante é que a torna digna de estar nessa lista.

Ela simplesmente pega o seu pimpulhuxo, leva pro deserto do México, ou algum lugar fudido e quente desses que a gente não liga mesmo, consegue todas as armas que alguém pode conceber conseguir, e se prepara para a guerra contra as máquinas... SOZINHA. Vou repetir: ela se preparou pra guerra SOZINHA.

Apenas o Rambo atinge esse nível de fodicidade que Sarah Connor atingiu. Eventualmente ela acabou presa e trancada num hospício, mas isso só moldou mais ainda o seu caráter e a tornou mais formidável ainda. Em Terminator II Sarah Connor assume de vez seu lado paranóico e perigoso, não confia em ninguém e não tem medo de fazer o que é preciso ser feito da forma que for possível (o que inclui encher uma seringa com produtos de limpeza e usar como arma)

A química entre ela, o exterminador e o John Connor Jr é fantástica, e essa com certeza é a família mais infinitamente formidável da história do cinema.

Ah sim, ela também foi caçada por um fucking T-1000 de metal líquido transmorfo, e viveu pra contar a história. Como elogio supremo e final, posso dizer que não lembro da Sarah Connor dando um sorrisinho sequer. How cool is that?

4º - Leia Organa (Star Wars)


À primeira vista, a princesa Leia de Star Wars é a típica mocinha de filme: inútil, indefesa, está ali só para ser seqüestrada e ser bonita. Aliás, não que o plot da princesa seqüestrada seja lá dos mais originais...

Enfim, Leia seria apenas uma das inúmeras mocinhas que em um mundo ideal não deviam ter mais que duas falas. Leia seria apenas uma mulher que serve para ser vista e não para ser ouvida, como quase todas elas...

... se...

Bem, é esse o “se” que faz toda diferença, não é? Leia tem muitas coisas a seu favor que fazem não só ela merecer estar na lista de “Mulheres que valem a pena”. Leia NÃO é uma princesinha boboca e indefesa e, apesar de ser mulher, é um dos personagens mais legais de uma das trilogias mais legais da história.

Pra começar que ela é desbocada e fala o que pensa. Uma das suas frases mais famosas é “Será tão bom quanto beijar um Wookiee.” BURN!!!

Não suficiente, ela é a filha que presta do MAIOR VILÃO DA HISTÓRIA DO CINEMA. Darth Vader, naturalmente. Vader teve dois filhos: Luke e Leia, mas Luke é um emo que passa maior parte do seu tempo dando chiliquezinho e querendo fazer as coisas do seu jeito (ou seja, praticamente um personagem insuportável de Lost). Leia não, Leia é safa (no sentido que sabe se virar, não no sentido que ela paga o combustível da Millenium Falcon com seu corpitcho), tem manha e mantem a calma em qualquer situação.

Entenda, veja a situação: os Sith venceram, tomaram a república num golpe de estado, e os jedi foram caçados até à extinção. Os vilões venceram, e não havia mais nenhum super-herói com poderes do lado da galera que tinha os tiros azuis. A república se tornou “O Império”. Ou seja, acabou, né? Já era, fudeu, era isso, deu pras couves ...

Afinal, quem seria insano o bastante para peitar “O Império” com seus cruzadores que ficam 2hrs passando na tela, uma estação espacial que DESTRÓI PLANETAS, sim, DESTRÓI PLANETAS (CHUPA ESSA MANGA SAURON!) e os mais poderosos lords Sith de que a história já ouviu falar?

O lendário e poderoso mestre Yoda pediu pra cagar e saiu. Obi-Wan se entocou no deserto vivendo da aposentadoria do INAMPS. Os vilões simplesmente venceram, e não existem mais heróis. Então, quem, me diga, quem seria insano e doente o suficiente para realmente se erguer e fazer alguma coisa a respeito disso? Quem? Quem? Quem?

Leia Organa.

Leia assume as rédeas da aliança rebelde e, apesar de toda improbabilidade e desesperança, diz pro império “Aqui não, feijão!”. Rá, chupa Disney! É assim que se faz uma princesa! (bem, tEcnicamente ela não é uma princesa, já que o pai dela era um senador e não um rei, mas, levando em conta a imagem que nós temos de senadores, não é exatamente uma discrepância tão grande assim). Sem nenhum tipo de poder, ou mesmo um sabre de luz, ela é quem puxa pra si o fardo de comandar essa bagaça toda, e eu não consigo imaginar como alguém poderia ser mais formidável.

Além do mais ela passa o rodo geral, beija o irmão dela e tá ok com isso. How cool is that?
Aliás, como é instintivo a toda mulher, ela também não resiste a um cafajeste (assim como as leoas não resistem a caçar antílopes, é apenas seu instinto animal sobre o qual elas não possuem nenhuma ingerência ou racionalidade) mas pelo menos ela tem a decência e a hombridade de não ficar se fazendo de santinha. Ela pega mesmo o cafa e não tem nenhum problema em admitir isso.

Se fosse ela no episódio V ao descobrir que *SPOILER* Darth Vader era seu pai após perder a mão, ela não ficaria chorando e gritando como uma mocinha enquanto se mete no canto mais fudido e "por que diabos alguém vai se meter ali?" como o Luke fez. Não senhora, ela tinha ido é dar uma coça no Darth Vader na unha, mesmo não tendo chance nenhuma. Esse é o tipo de mulher que ela é.

Vou te dizer, não se fazem mais mulheres como essa daí, não...

E garanto-te que o Yoda se arrepende até hoje de ter treinado o irmão errado...

3º - Aeris Gainsborough (Final Fantasy VII)


Final Fantasy 7 é o maior RPG de todos os tempos. Você pode, evidentemente, discutir se ele é o melhor ou não, mas não tem como discutir que ele é o maior. Nenhum outro jogo tem uma base de fãs tão apaixonada ou tão grande, nenhum outro jogo é tão apontado como “quando os videogames deixaram de ser coisa de criança”, nenhum outro jogo é, enfim, Final Fantasy 7.

Mas o que torna FF 7 tão espetacular assim? O sistema de combate? A trilha sonora? A história? Os personagens?

Veja, realmente o sistema de combate é muito bom e interessante, a trilha sonora é uma épica obra prima do gênio Nobuo Uematsu (que junto com Yoko Kanno e John Willians são as únicas pessoas do nosso tempo que realmente conseguem levar uma história nas costas só com a música), a história é boa e os personagens tão interessantes que nem parece que foram feitos por japoneses (são tão bons que, passados 13 anos, eu ainda lembro todos os personagens jogáveis, mais os secretos e alguns NPCs, que é mais do que eu posso dizer de qualquer coisa que eu tenha visto/jogado desde então).

Mas, na minha poderosa opinião, o que torna FF7 épico não é nenhuma dessas outras coisas. O que torna FF7 único é uma única personagem. Aeris Gainsborough (Aerith no original)

Se você é um nerd com o mínimo de respeito por si mesmo, deve ser uma verdade na sua vida que Aeris foi seu primeiro grande amor. Veja, Aeris não é só uma mocinha linda, ela é engraçada (tem tiradas ótimas, o que é absurdamente raro para uma mulher), inteligente, independente, forte, encantadora e cativante de todas as formas que você pode imaginar. O tipo de garota que você gostaria de apresentar para a sua mãe.

Aerith tem uma história pessoal muito triste, cresceu na zona miserável de Midgard, e foi caçada por uma grande empresa para ser um experimento cientifico. Ou seja, ela teria todos os motivos do mundo para ser uma emo chata e revoltadinha, se vestir de preto, usar maquiagem de puta, e ouvir metal melódico, ou qualquer outra merda que faça barulho, mas, apesar disso tudo, se torna uma mulher educada, sincera e apaixonante.

Enfim, Aerith é pra casar e, vindo de mim isso, é mais do que é necessário dizer.

E então ela morre. Em seu mais nobre ato de pureza para salvar o Planeta, ela é covardemente assassinada pelas costas, e não há magia no mundo que possa desfazer isso, e isso é muito do que torna FF7 grande.

Well, there was no reason to believe shed always be there
But if you dont put faith in what you believe in

Pois é, então ela morre.
E a única coisa que você pode fazer é espumar por vingança. Foda-se que o Sephiroth chamou um meteoro que vai destruir o mundo! Foda-se o mundo e os bebês focas fofinhos que vivem nele! O que importa é que ele matou a MINHA Aerith, e por causa disso ele vai ter seus órgãos internos removidos através dos orifícios dos olhos! Vou empalar aquela espada idiota no rabo idiota dele!

...

... hã... bem...

... enfim...

Onde eu estava? Ok, talvez eu não devesse comentar sobre os jogos que marcaram a minha pré-adolescencia...

Sim, eu já tive coração um dia, quem diria não? Seja como for, continuemos. Circulando, circulando, não tem mais nada pra ver aqui...

2º Samus Aran – Metroid

Acho que todos concordamos que Sarah Connor teria bolas de titânio se fosse homem. Entretanto isso não é NADA, veja bem, ABSOLUTAMENTE NADA comparado com essa moça aqui, que ganha o premio culhões de Adamantium.

Mas, pra entender porque ela é tão foda, é necessário uma palavrinha sobre o universo de Metroid. Metroids são uma espécie de água- viva flutuante com garras que DIGEREM qualquer ser vivo até não restar nada além de poeira, sendo a maior praga conhecida pela Galáxia: eles se reproduzem como mosquitos, e podem exterminar com a vida de um planeta inteiro em poucos dias.

O que não seria grande problema, não fosse o fato dos PIRATAS ESPACIAIS acharem uma boa idéia usar os metroids como armas biológicas. Você não leu errado: eu disse PIRATAS. ESPACIAIS.

Se você acompanhou até aqui, e entendeu a minha linha de raciocínio, já sabe exatamente o que ela fez.

Ela simplesmente desceu na porcaria do planeta infestado de Metroids-sugadores-de-almas-fr00m H33ll e PIRATAS ESPACIAIS e EXTINGUIU OS METROIDS. Sim, eu vou repetir, ela EXTINGUIU UMA RAÇA INTEIRA BEM DEBAIXO DOS NARIZES DOS PIRATAS ESPACIAIS. Então os Metroids foram extintos, e os piratas espaciais tiveram suas bolas espaciais chutadas, tudo isso apenas graças a UMA mulher. Sozinha. Nem o RAMBO faz uma culhudice dessas!

Não é atoa que no final do jogo, quando finalmente ela tira a armadura, toda uma geração de nerds ficou de queixo caído ao descobrir que era uma loirinha de olhos azuis. Quer dizer, não é possível, não é sequer concebível, como uma mulher poderia ser tão foda assim?
No one saw that comming...

Piratas espaciais, uma raça inteira de parasitas fr0m hell... Cara...
E se tudo isso não for o suficiente pra te convencer que essa é a "A" mulher...


Não dá pra respeitar alguém mais do que isso, dá?

1º Ellen Ripley (Alien)


Bem, dá sim. Tem como respeitar alguém mais do que devemos respeitar Samus Aran.
Olhando por esse ângulo, dá pra perceber que a série Metroid foi claramente inspirada em Alien, só que Alien tem as criaturas evil matadoras fr0m hell mas não tem PIRATAS ESPACIAIS.

Logo, Metroid é mais foda que Alien (a menos que lancem um Alien V com PIRATAS ESPACIAIS, mas isso é outra história).
Então por que a Ripley é mais foda que a Samus, você pergunta?

Naturalmente, concordo que PIRATAS ESPACIAIS deveriam ser um critério de desempate, e realmente são. Mas a Samus não vence por um pequeno detalhe: assim como ela, a Ripley chutou as bolas babadas alienígenas da face do planeta, e isso é alguma coisa. Só que o que pega mesmo é COMO ela fez isso.

Eu não vou entrar em detalhes agora, para isso acompanhe em breve o nosso podcast sobre o assunto, mas basta dizer que, não satisfeita em voltar ao planeta infestado das criaturas, sacanear os aliens, destruí-los com uma explosão FUCKING TERMONUCLEAR, ela protagonizou a cena mais foda da história das cenas fodas da fodicidade.

Ela simplesmente saiu no braço com a rainha-mãe alien usando uma empilhadeira!
DEUS.
SAIU.
NA.
PORRADA.
USANDO.
UMA.
EMPILHADEIRA.

Vamos falar apenas desta cena, ok? Tem diversas outras pra exaltar toda ninjicidade dela, mas preciso de apenas uma pra mostrar o quanto ela é a mulher mais foda de todos os tempos.

Sair na mão com um alien é épico.
Sair na mão com uma fucking alien-queen de 3 metros é morfonomenal.
Sair na mão com uma fucking alien-queen de 3 metros usando uma EMPILHADEIRA é infinitamente formidável!!!!1111!!!

Desde que eu assisti Alien 2 eu divido as pessoas em três categorias: as que numa situação dessas tentariam fugir e se esconder, as que tentariam lutar e morreriam violentamente, e as que usariam uma EMPILHADEIRA para sair na mão com o monstrengo.

Empilhadeira! FODAM-SE OS PIRATAS ESPACIAIS!
OMFG, eu preciso ter filhos com essa mulher NAU!

Menções especiais: mulheres são notoriamente conhecidas por não fazer nada de útil para a humanidade. Olhe a sua volta: computador, cadeiras, sofá, televisão, melancias quadradas, todas essas coisas que definem a vida como a conhecemos foram criadas por homens. Bem, é apenas a nossa natureza ser FODA, enquanto elas ficam sentadinhas de pernas cruzadas esperando que algum macho resolva a sua vida. É apenas como as coisas são.

Entretanto isso não é inteiramente verdade, não o tempo todo, e eu queria mostrar dois exemplos de como uma mulher do mundo real pode ser FODA PRA CARALHO.

Maria Skłodowska

Alguma vez você já ouviu falar de Frédéric Joliot? Imaginei que não.

Pois então quem foi o Fredinho? Ora, apenas o vencedor do Nobel de Quimica de 1935 porque o filho da mãe demonstrou a existência do nêutron e descobriu a radioatividade artificial. Não obstante, dirigiu a construção da primeira usina atômica em 1948 (que passa bem até hoje). Ou seja, o cabra não foi pouca bosta não. Mas então como você nunca ouviu falar de tal genialidade?

Ora, pelo simples motivo de que sua pessoa cientifica (acho que a “pessoa cientifica” deve ser o arqui-inimigo do “eu lírico”, mas enfim) foi obscurecida pela figura do pusta gênio que foi sua mãe.

E quem foi sua mãe? Quem seria tão foda para ser capaz de eclipsar alguém com esse calibre de descobertas? Oras, naturalmente foi Maria Skłodowska.

Primeira e única pessoa a ganhar DOIS prêmios Nobel em áreas diferentes – um em física e um em química (alias, feito até hoje quase jamais repetido, a única outra pessoa a ganhar dois Nobels em áreas de verdade, obviamente que bichices como “literatura” e “paz” não contam, foi Linus Pauling, por ganhar dois em química, e desde então nunca mais aconteceu), de modo resumido dá pra dizer que Maria descobriu apenas a RADIAÇÃO. Caralho, Fallout não existiria se não fosse por ela! Isso definitivamente não é pouca merda não! Radiação cara! (efetivamente ela veio a morrer de câncer justamente por causa disso).

Óbviamente que as pessoas sabiam que você morria se usasse uma barra de urânio com césio 132 como vibrador, mas ninguém sabia exatamente como aquela porcaria funcionava na prática. "É assim e deu" não é uma resposta aceitável (a menos que você pertença a alguma religião, mas isso é outra história).

Mas, não contente, não sendo suficiente, ela ainda faturou OUTRA taça por ter descoberto DOIS elementos novos (o radio e o polônio, pode checar na sua tabela periódica que você tem na cortina do Box do banheiro). DOIS. Cara, quantos elementos químicos você descobriu até hoje? (não, o que o seu corpo produz depois do rodízio de churrascaria não conta). Pois é, foi o que eu pensei.

Eu realmente não sei o que é mais fantástico aqui: a capacidade aparentemente infinita e ninja da cabeça dessa mulher, ou ela ter feito todas essas coisas apesar de ser mulher. Ora, é um fato sabido que mulheres são intelectualmente inferiores, e possuem uma generosa contagem de neurônios a menos (tanto é que nem existe uma versão feminina da palavra “gênio”, simplesmente porque não é necessário, oras), então, o fato de ela ter feito todas essas coisas APESAR de ser mulher apenas torna tudo mais inacreditavelmente ninja ainda. Dois polegares pra cima pra ela.

À proposito, Maria Skłodowska adotou o nome de casada de Marie Curie.

Rosa Louise McCauley

Bem, quem foi Rosa Louise McCauley, mais conhecida por Rosa Parks?

É necessário explicar um pouco da história dos EUA. Ao contrário do que acontece no Brasil, nos Estados Unidos existe conflito racial. Veja bem, esse é um ponto muito importante: eu não estou dizendo que não existe racismo no Brasil, acho até que existe mais do que em quase qualquer lugar, o que eu estou dizendo é que não existe o conflito, a discussão, o problema é varrido pra debaixo do tapete para que possamos resolvê-lo.

A falta de conflito racial no Brasil é a paz do mais forte, que é tão mais forte que sua dominação nem mesmo é contestada, e do mais fraco, tão mais fraco que nem vale a pena começar a brigar. Assim é fácil não ter conflito racial.

A questão é: isso é bom?

E qual a vantagem de se discutir as coisas? Deixa eu te dar um exemplo: nos EUA, esse país que no imaginário ignorante brasileiro é um inferno racial, um professor negro foi preso ao tentar entrar na própria casa. O incidente virou assunto nacional, dando origem a mais uma reflexão sobre o racismo no país todo.

No Brasil, o caso de um cidadão negro que foi espancado e torturado pelos seguranças de um supermercado, e pela própria polícia, acusado de roubar seu próprio carro, demorou mais de duas semanas a aparecer no primeiro grande jornal, e o assunto foi rapidamente enterrado.

Percebe a diferença e a falta que o conflito racial faz?
O Brasil seria um país muito melhor se houvesse um pouco mais de conflitos raciais; se episódios como esse repercutissem por todo país e fizessem mais pessoas repensarem suas opiniões idiotas; se mais negros lutassem por seus direitos; se mais brancos fossem abertamente (ao invés de insidiosamente) racistas. Se fosse assim, então talvez a coisa tivesse jeito.

Bem, e Rosa Parks com isso?
Acontece que nos EUA, em 1955, era natural que os negros, quando usassem transporte coletivo, sentassem bem lá no fundão do ônibus e ficassem quietinhos. Isso era tão normal nos EUA quanto hoje é normal no Brasil você entrar num restaurante um pouco mais caro, e ver que os únicos negros ali são os que estão carregando bandejas. Tudo muito natural e difícil de imaginar a vida de outra forma.

Rosa Parks era uma costureira negra com culhões do tamanho de toranjas, se querem saber minha opinião. Numa bela manhã de domingo, voltando da missa, ela teve a insanidade e a coragem de sentar no banco da frente de um ônibus. O motorista parou imediatamente e a lembrou "gentilmente" que ela estava cometendo um engano, e que aquele não era o lugar de gente como ela, ao que prontamente ela respondeu “tomate cru é vitamina, como tu e tuas primas”.

Ok, talvez ela não tenha dito com essas palavras, mas a idéia foi bem por aí.
O delicado equilíbrio da questão racial nos EUA, que já cozinhava por baixo do tapete por algum tempo, era um equilíbrio instável que podia ser abalado pela menor das brisas.

E naquela manhã Rosa Parks fez ventar forte na gringolândia.

Como não podia deixar de ser, Rosa Parks acabou sendo presa, o que em nada afetou sua resolução e coragem de titânio. A atitude dela foi o estopim que faltava para desencadear uma reação em cadeia, liderada então pelo jovem pastor Martin Luther King Jr, e de um boicote aos ônibus Montgomery evoluiu a uma cruzada que mudou para sempre a forma que os EUA discutem suas questões.

Martin Luther King Jr eventualmente foi assassinado, e Rosa Parks morreu em 2005 de causas naturais.
Poucas pessoas na história da humanidade realmente mudaram as coisas para melhor (para não citar que dá pra contar nos dedos as mulheres que fizeram alguma coisa relevante), e essa foi uma delas.